Como blog estaremos aqui para escrever as nossas opiniões, observações e para que quem nos visite deixe também as suas. Tentaremos, dentro das possibilidades, manter este local actualizado com o que vai acontecendo à nossa volta em Macau e um pouco em todo o lado...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Onde pára a Polícia?

POR muito que as forças policiais venham a público dizer que a situação da segurança no território tem vindo a melhorar, a verdade é que, para quem sente a falta dela no dia-a-dia, a realidade é outra.
Quem discorda dos números oficiais interroga-se: de que vale a situação melhorar no cômputo geral, se à minha porta as coisas ficam pior a cada dia que passa?
Não ponho em questão que, na globalidade, a ocorrência de crimes tenha mesmo registado um decréscimo; no entanto, para quem vive em certas zonas da cidade que tradicionalmente não eram de risco, a situação tem vindo a agravar-se, sem que nada seja feito para a inverter.
Onde vivo e circulo assiduamente (imaginem um perímetro em redor da Fortaleza do Monte, englobando o Largo do Senado) as ocorrências têm sido cada vez mais frequentes. Se é fácil perceber que na área entre o Largo do Senado e as Ruínas de São Paulo possa registar-se um aumento, devido ao grande número de turistas e à aglomeração de pessoas, o que facilita a actuação de carteiristas e outro tipo de criminosos, o mesmo já não se percebe que se venham a registar crimes por esticão e mesmo ofensas corporais graves em locais onde raramente se aglomeram pessoas.
Só nos últimos dias, na escadaria junto da Fortaleza do Monte, na Calçada das Verdades, foram detectados dois crimes, um por esticão a uma estudante do colégio das imediações, em plena luz do dia, e outro a uma residente de um dos prédios na dita calçada, quando esta regressava a casa por volta das duas da manhã, depois de ter terminado o seu trabalho num dos casinos. Em ambos os casos não se registou a presença policial para resolver o problema. Estes são casos de que tenho conhecimento e que são recentes. Creio, porém, não serem os únicos.
De nada vale as pessoas gritarem por ajuda, já que a polícia nunca se vê por ali. Toda aquela zona não é policiada, nem sequer tem sistema de vigilância vídeo. Que eu saiba, apenas existem caixas de registo de passagem dos agentes policiais no final do Caminho dos Artilheiros, a meio da Calçada do Monte, e uma outra junto da Travessa do Penedo. A verdade, porém, é que a existência destas caixas onde os agentes de autoridade têm de ir assinar o livro de presença ou inserir o cartão electrónico, de pouco vale, porque muitas das vezes se dirigem de carro ou motorizada, deixando o local logo após terem registado a sua passagem. Este tipo de vigilância não serve, de forma alguma, para diminuir a incidência deste tipo de criminalidade, nem tão pouco para dar segurança à população que diariamente ali tem de passar.
Ainda não há muito tempo, um criminoso foi detido, depois de ter furtado um saco a uma rapariga na mesma zona. O indivíduo foi interceptado, não pela polícia, mas sim por um residente português, que acudiu aos gritos de ajuda da vítima e que acabou, depois de uma perseguição quase até à Rua de São Domingos, por atirar ao chão o criminoso, fazendo com que devolvesse os bens furtados.
Embora seja de louvar a intervenção da pessoa, não é este tipo de justiça que se quer para Macau. O território costumava ser um local seguro e isso mesmo era motivo de orgulho para quem aqui vive. Ora, se as autoridades não fizerem o seu trabalho de casa, suspeito que não teremos muitos motivos para nos voltarmos a orgulhar de andar na rua, a qualquer hora e em qualquer local que seja, sem termos de nos preocupar se iremos ser assaltados ou importunados pela pessoa que segue atrás de nós.
A indiferença dos novos agentes é alarmante. Já por diversas vezes chamei à atenção para alguns que encontro na rua, alertando para situações irregulares que eles têm obrigação de tomar em conta e fazem como se nada fosse, continuando o seu caminho e dizendo que não é da sua competência.
Admito que a Polícia não tenha efectivos suficientes para colocar um agente em cada esquina, mas pode muito bem fazer circular a pé aqueles que tem ao seu serviço, em vez de andarem de carro ou motorizada. Patrulhas a pé são mais efectivas e levam as pessoas sentirem-se mais seguras. E nessas patrulhas, que devem cobrir todo o território ou pelo menos os locais que são consideradas mais isolados, especialmente à noite, e sem esquecer também o período diurno, os agentes devem, tanto quanto possível, entrar em conversa com os residentes.
Importa ter em conta o policiamento de proximidade, aproveitando para perguntar se algo de errado se tem passado, para se aperceberem das ansiedades de quem vive na zona e saber que aspectos devem ser mais vigiados. Este tipo de policiamento é bastante efectivo e serve, sem dúvida alguma, para dissuadir os malfeitores de actuarem nessa área.
Será pedir muito ver os nossos polícias na rua e a falar com os moradores das zonas que patrulham? E quando digo falar, refiro-me a comunicarem, não a dar ordens como costumam fazer com toda a arrogância que a farda parece dar a muitos deles. Os agentes da polícia devem ser, antes de autoridade, fonte geradora de segurança e de bem-estar na sociedade.
Felizmente, alguns ainda o são.

viva as motas

Published with Blogger-droid v1.6.3

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

SS, portugues?

Parece que os SS se esquecem que estao em Macau... depois queixam-se de perseguicao de alguns jornais. Nao e perseguicao, trata-se apenas de exigir o que esta estipulado...
Published with Blogger-droid v1.6.3

SS pela hora da morte

Por muito que se diga e se escreva, os Serviços de Saúde parecem fazer ouvidos moucos às críticas da população Acabado de vir do Centro de Saúde de São Lourenço, onde me disseram que o medico me atenderia, se calhar, depois das três da tarde (tendo eu dado entrada antes do meio-dia), deparei novamente com um total desleixo com as informações na segunda lingual oficial, o português. Quanto a “staff” a falar português, por muito que tenha perguntado, nem vê-lo!

Claro que virei costas e decidi ir à privada porque se tivesse de esperar até que o médico me visse, a minha situação iria piorar.

Estamos entregues aos bichos?

Percebo que demore tempo quando há muitas pessoas à espera. No entanto, este não foi o caso porque estariam no interior do Centro de Saúde menos de cinco pacientes…

Published with Blogger-droid v1.6.3

SS pela hora da morte

Por muito que se diga e se escreva, os Serviços de Saúde parecem fazer ouvidos moucos às críticas da população Acabado de vir do Centro de Saúde de São Lourenço, onde me disseram que o medico me atenderia, se calhar, depois das três da tarde (tendo eu dado entrada antes do meio-dia), deparei novamente com um total desleixo com as informações na segunda lingual oficial, o português. Quanto a “staff” a falar português, por muito que tenha perguntado, nem vê-lo!

Claro que virei costas e decidi ir à privada porque se tivesse de esperar até que o médico me visse, a minha situação iria piorar.

Estamos entregues aos bichos?

Percebo que demore tempo quando há muitas pessoas à espera. No entanto, este não foi o caso porque estariam no interior do Centro de Saúde menos de cinco pacientes…

Published with Blogger-droid v1.6.3

SS pela hora da morte

Por muito que se diga e se escreva, os Serviços de Saúde parecem fazer ouvidos moucos às críticas da população Acabado de vir do Centro de Saúde de São Lourenço, onde me disseram que o medico me atenderia, se calhar, depois das três da tarde (tendo eu dado entrada antes do meio-dia), deparei novamente com um total desleixo com as informações na segunda lingual oficial, o português. Quanto a “staff” a falar português, por muito que tenha perguntado, nem vê-lo!

Claro que virei costas e decidi ir à privada porque se tivesse de esperar até que o médico me visse, a minha situação iria piorar.

Estamos entregues aos bichos?

Percebo que demore tempo quando há muitas pessoas à espera. No entanto, este não foi o caso porque estariam no interior do Centro de Saúde menos de cinco pacientes…

Published with Blogger-droid v1.6.3

terça-feira, 19 de outubro de 2010

E continuamos a gozar com os vizinhos policias

Published with Blogger-droid v1.6.3

Bailarina to go...

Acabou-se o pesadelo das mulheres que gostam de saltos altos. Depois de uma noite a dançar em cima de sapatos que desafiam a gravidade, as mulheres na Alemanha podem optar por comprar um par de bailarinas descartáveis para usar a caminho de casa. O par custa 10 Euros e vem com um saco para colocar os saltos altos!
A ideia, de uma mulher claro (!), surgiu depois de muitas noites de farra e de pés doridos de horas longas a dançar de saltos altos.
Algo que em Macau também deveria ter sucesso. A ter em consideração pelos empresários da noite!
Não é preciso entender alemão para perceber a ideia!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Cartões com taxas ilegais e nada se faz

COMO sou pouco adepto de andar com dinheiro na carteira, dependo muito do uso dos cartões de crédito e de débito, além de outro tipo de cartões de pagamento existentes em Macau, desde o «Macau Pass» a outros mais especializados. Ao contrário da Europa, onde existe há dezenas de anos a possibilidade de fazer pagamentos com cartões de débito, essa «modernidade» só agora começa a estar disponível em Macau. Se não estou em erro, apenas o cartão do Banco da China possibilita que se façam pagamentos sem se usar o crédito, fazendo um débito directo na conta à ordem. Ou seja, o mesmo que ir à Caixa de Multibanco e retirar o dinheiro necessário; só que aqui fazemos o pagamento na caixa da loja, introduzindo o código de segurança no terminal do cartão.
Além de não ser prudente andar com elevada importância na carteira, porque se a perdermos ficamos sem o dinheiro nela contido, também não existe o problema da falta de trocos. Ora, o facto de não haver em Macau uma rede global de pagamento com cartão de débito, faz com que toda a pessoa que não opte por trazer dinheiro consigo tenha de andar numa constante correria para a caixa automática.
Além deste contratempo, há ainda outro bem mais problemático, dado que implica uma violação da lei. Quantos de nós não nos deparámos já com a exigência do pagamento de uma taxa, quando usamos o cartão de crédito para fazer um pagamento? Muitos estabelecimentos, nomeadamente de material electrónico, exigem uma taxa que pode ir dos 2 aos 5 por cento sobre o valor da compra, para aceitarem um pagamento com cartão de crédito. Dizem que é uma taxa que o banco lhes cobra. Tal não é verdade e os bancos são os primeiros a desmenti-lo. O único pagamento que o banco exige é mensal e prende-se com a taxa de utilização do terminal na loja, algo que não deve ser imputado ao cliente, porque o mesmo paga uma anuidade ao banco pelo uso do cartão. Além do desmentido da parte dos bancos, também a lei, nomeadamente o decreto-lei nº 16/95/M, de 3 de Abril, no seu número dois do segundo artigo, diz o seguinte: «Todos os pagamentos de bens e serviços efectuados no território de Macau com recurso a cartões de crédito ou cartões de débito, emitidos localmente ou no exterior, terminais electrónicos de pagamento em postos de venda e outros instrumentos similares, devem ser realizados em patacas, não sendo permitido invocar esta obrigação para adicionar aos preços ajustados ou ao valor da transacção quaisquer encargos adicionais». Mais: no artigo 8 do mesmo articulado pode ler-se que qualquer violação pode ser denunciada à Autoridade Monetária de Macau.
A prática é corrente e, quase à força, somos obrigados a pactuar com ela diariamente, sem que muito possa ser feito. Aliás, quando as autoridades afirmam que tal não é tão frequente, só me apetece dizer que deviam enviar clientes fictícios para fazerem compras. Se for preciso, até posso apresentar uma lista de lojas que seguem esta prática.
Acontece que passar do papel à acção é complicado, porque as ditas lojas certamente não irão escrever no recibo que x ou y por cento foi para a taxa cobrada abusivamente pelo recurso ao pagamento por cartão de crédito. Os proprietários e funcionários desses estabelecimentos sabem tão bem como todos nós que é ilegal e recusam-se a passar qualquer documento escrito, referente a esse pagamento. Assim sendo, como pode o cliente provar que pagou uma quantia a mais para cobrir a dita taxa? Não consegue, claro está! Daí talvez se justifique o número de queixas que a AMCM recebeu desde 2008. Apenas um caso foi levado ao seu conhecimento e foi resolvido depois de contactado o comerciante que, diligentemente, restituiu a verba cobrada ilegalmente. Quanto ao que sucedeu depois disso, nada foi adiantado. Sou levado a pensar que a ilegalidade continua a ser seguida, pois não deve ter havido penalização de forma exemplar!
Já de acordo com o Conselho dos Consumidores o total de queixas é algo mais elevado, mas certamente também não reflecte a realidade. Oito casos reportados desde 2008 são valores muito pouco ilustradores daquilo que se regista nas lojas de Macau.
Porque não bastará que o cliente lesado envie o recibo do pagamento, juntando um comprovativo do preço original (seja ele uma foto ou mesmo o recibo de outra pessoa que comprou o mesmo, mas em numerário), para que as autoridades actuem e acabem com esta ilegalidade?
Perante a situação descrita, não vejo outra saída e daí o facto de tão poucos casos serem levados até à sua resolução. Sinceramente, se fosse proprietário de um estabelecimento que utilize este procedimento, não acederia ao pedido de estipular no recibo de compra que uma percentagem foi para o pagamento do cartão de crédito.
Felizmente, há outras lojas onde nada disto se verifica e os pagamentos podem ser feitos sem que qualquer taxa seja cobrada, o que deita por terra o argumento dos vendedores quando dizem ser o banco a cobrar a taxa!
Senhores da Autoridade Monetária, até quando vamos ter de pactuar com esta ilegalidade em Macau? Levem os vossos funcionários às compras, metam-se em campo. Basta um em cada dia ir a lojas, como a Koyo, ou aos vendedores de computadores da Fortune Tower, apenas para citar alguns exemplos.
Por essas e por outras, deixei de comprar nesses locais. Para estas compras, há outras alternativas, como as lojas da CTM ou da Fortress, onde a oferta é semelhante e o pagamento é sempre o mesmo, com ou sem cartão de crédito, e as diferenças de preço não justificam o pagamento de uma taxa adicional.

Cozinha da NaE volta a publicar

O blog Cozinha da NaE, depois de algum tempo de inactividade devido a outros afazeres profissionais, voltou ao activo.
A NaE brinda-nos agora com duas receitas, provadas pelo autor destas linhas e aprovadas com cinco estrelas.
Um prato que pode também ser salada, feito com base em carapau ou outro qualquer peixe semelhante, que vai muito bem com um vinho branco seco e bem fresco.
Outro prato, de massa, que é uma mistura de tailandês com português, uma vez que o atum utilizado foi de conserva e português.
e

A ler e experimentar… e a deixar comentários no blog da NaE
Ideias e dicas são bem-vindas por ela.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sagres em Banguecoque atrai milhares

Em Macau ficámos a ver navios… Em Banguecoque fazem fila para ver o “vaso de guerra” que acaganou a China!

Que puta miséria esta de serem mais papistas que o Papa. Ainda por cima atiram areia para os olhos do povinho e Lisboa não responde à altura. Antes pelo contrário, dá a volta e elogia a recepcão como sendo a melhor que tinha tido até ao momento quando chegou a Xangai…

Duas semana depois estava um galeão espanhol (da Marinha Espanhola) a atracar em Hong Kong!

Que dirão os responsáveis da missão da Sagres agora em Banguecoque onde os tailandeses fazem fila, sob sol abrasador, para visitarem a embarcacão? Será que sempre foi melhor na China?

Vejam as imagens neste website Tailandês

PANTIP.COM : E9792886 เรือซากรืช ที่ได้ชื่อว่าเป็นเรือใบที่สวยที่สุดในโลกลำหนึ่ง [บันทึกนักเดินทาง]

terça-feira, 12 de outubro de 2010

As muitas caras…

Porque será que o ser humano se sente tão afectado quando certas pessoas, supostamente amigos, os traem ou, simplesmente, os ignoram?

É um comportamento humano que me deixa triste mas que algumas pessoas em Macau continuam a ter sem que mostrem qualquer tipo de rancor.

É usual nesta terra q Justify Fulle muitas pessoas se digam nossos amigos e que sejam os primeiros a chegar-se à frente quando organizamos, ou participamos na organização de algo e esperam ser parte incluída, ficando muito ofendidas quando são postas de parte. Mas, quando são elas as responsáveis fazem-se esquecidas e ignoram aqueles a quem pedem para não ser esquecidas!

No que me toca incluo quem quero e, se não me querem incluir, que se lixe! Sei bem quem são os meus amigos e nunca nego um sorriso a ninguém nem uma mão amiga.

Diziam-me há dias, amigos desses que se esquecem quem lhes dá de comer, obrigado mas não precisamos deles! É triste que existam pessoas que só se lembrem de nós quando precisam e se esquecem, ou fazem esquecidas, quando a mesa se inverte.

Há muito que aprendi isto mas sempre que vejo alguém a ser ignorado não consigo deixar de me sentir algo vítima, mesmo que nada tenha ver comigo.

Na parte que me toca, a este tipo de pessoas (que sei existir e que ignoro linearmente), apenas peço um favor. Se têm o descaramento de o fazer comigo ou com os meus amigos, quando me virem na rua não sorriam nem cumprimentem. A hipocrisia tem limites e Macau é pequeno e tudo se sabe, mais tarde ou mais cedo!

Na próxima oportunidade que precisem de alguma coisa batam a outra porta que esta estará fechada com um sorriso.

Aberta sim para quem sabe como tratar os outros e não ignora quem os não ignora…

Blasted Mechanism in Macau?

Too bad that no one promotes much of what we do well in Portugal in Asia. Despite the years that we have in Macau we continue to ignore that is up to each of us to help promote what is ours. Not only the portuguese egg tarts and cod cakes along with the Mateus Rosé wine.
Who knows, or remembers that in November 1st, just over 15 days in Macau will be one of the greatest groups of music in Portugal? Besides Amalia and Madredeus this should be the third best known group abroad.
There are two major music groups in Portugal today, apart from musical preferences. What matters is that they drag crowds and sell a lot. They are Moonspell, a heavymetal group and Blasted Mechanism, an experimental electronic rock band. Who had the previlige of watching them live says they are a shown not to be missed.
We will have this privilege in Macau. On November the 1st on Nam Van Lake and the admission it’s free.
It’s a pity that no one is promoting it as it should be. I believe that if the promotion is done as it should be the space of lakes would be too small to accommodate those who want to see it.
This is not a show for the Portuguese community, especially since they not even sing in Portuguese.
Blasted Mechanism is a global phenomenon, just check the success they are making in the music charts all over the world.
Promote the concert in Japan, Indonesia, Singapore and Hong Kong and see that the venue will be too small.
Take a peek of them in a live concert.

Blasted Mechanism em Macau?

É pena que não se promova muito do que se faz, bem, em Portugal na Ásia.
Apesar dos anos que temos de Macau continuamos a ignorar que cabe a cada um de nós ajudar a promover aquilo que é nosso. Não é apenas os pastéis de nata e os de bacalhau a par do Mateus Rosé, em Portugal faz-se muito e bem.
Quem sabe, ou se lembra que a 1 de Novembro, a pouco mais de 15 dias, vai estar em Macau um dos maiores expoentes da música actual em Portugal?
A par da desaparecida Amália e dos extintos Madredeus deve ser o terceiro grupo mais conhecido no estrangeiro.
Existem dois grandes grupos de música actualmente em Portugal, aparte gostos musicais. O que interessa é que vendem e arrastam multidões no estrangeiro. Um trata-se dos Moonspell, grupo de heavymetal e os outros são os Blasted Mechanism, uma banda de rock electrónico experimental. Quem os viu ao vivo diz que são um espectáculo só por si.
Vamos ter esse privilégio em Macau. No dia 1 de Novembro nos Lagos Nam Van e a entrada é livre.
Pena é que ninguém está a promover isto como deve ser. Acredito que se a promoção fosse feita como deve ser o espaço dos Lagos será pequeno demais para acolher quem os queira ver.
Isto não se trata de um espectáculo para a comunidade portuguesa, tanto mais que nem sequer cantam em Português.
Os Blasted Mechanism são um fenómeno mundial e para tal basta ver o sucesso que vão fazendo nos top’s um pouco por todo o mundo.
Promovam o concerto no Japão, na Indonésia, em Singapura e em Hong Kong e verão que o local escolhido será muito pequeno para tanta gente.
Fica um cheirinho de um concerto ao vivo.


Em todo o lado

Published with Blogger-droid v1.6.3

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Escadas viram rio interior

COM o passar dos anos vamo-nos acostumando à forma de viver em Macau e deixando passar alguns abusos. No entanto, o que é demais é demais e há um dia em que acabamos por não olhar para o lado mais vez nenhuma. Pessoalmente, irrita-me quando certas pessoas, para o seu bem-estar, metem a segurança colectiva em risco e as autoridades nada fazem para o evitar. Quando são alertadas, até parece encararem a denúncia com alguma incredibilidade.
A situação que vou relatar tem sido vivida nos últimos meses e certamente que se repete um pouco por todo os edifícios mais antigos do território. A situação agrava-se quando chove com mais intensidade, levando por vezes a pensar que o pior poderá acontecer a qualquer momento. Depois de largas conversas, começo a acreditar que possivelmente será essa a única forma das autoridades actuarem! Lembram-se do que aconteceu em Hong Kong recentemente quando um prédio veio abaixo e morreram algumas pessoas?
As queixas apresentadas aos departamentos supostamente encarregados deste assunto repetiram-se por diversas vezes sem que nada, pelo menos visível, tenha sido feito.
Os factos são descritos de forma muito simples. Num edifício de cinco andares junto da zona histórica da Fortaleza do Monte, quando chove, os corredores e escadas mais parecem cascatas de água. Para o verificar, basta apenas ali irem para ver a água a descer do terraço para o nível da rua pelo interior do edifício. Basta perguntarem aos moradores do rés-do-chão para verificar a veracidade. A situação resulta da falta de escoamento das águas da chuva que se acumulam no terraço.
O problema é que não existe nenhum terraço como inicialmente estaria planeado na planta do edifício. A maior parte da superfície de terraço do edifício está ocupada com habitação ilegal e outro tipo de estruturas que metem em perigo a integridade e robustez do prédio. Assim como também impedem o escoamento eficiente das águas das chuvas que, sem qualquer outra alternativa de saída, acabam por escorrer escadas abaixo. Em chuvadas mais fortes chega mesmo a entrar pelas casas dos residentes dos pisos inferiores.
Quando se fala de construções ilegais, o emaranhado da lei é tanto, que maior parte das vezes as pessoas afectadas acabam por desistir e aprendem a viver com a situação. No entanto, cabe às autoridades meter cobro a isto, para que nenhuma calamidade ocorra.
Numa visão simplista da lei, percebe-se que os terraços existentes nos edifícios deveriam ser área comum. O mesmo não acontece em alguns edifícios, se estiver estipulado na planta, ou no título de propriedade que o espaço acima do último andar é parte integrante do mesmo. Contudo, sendo ou não área comum, em nenhum lado a lei permite que se possa construir nesses espaços. Mas a verdade de Macau é outra. Quem aqui vive sabe muito bem (aliás, basta olhar para os edifícios mais baixos em toda a cidade) que os proprietários dos últimos andares dos prédios de quatro e cinco pisos gostam muito de alargar a sua área habitacional. Para isso, basta colocarem mais umas paredes no que deveria ser terraço, metendo em perigo a estrutura do prédio e logo todos os habitantes do mesmo.
São estas as alterações em questão. Sendo elas antigas ou recentes, devem ser todas retiradas, porque quem mora nos andares inferiores não pode ser sujeito a abusos e falta de respeito, só porque o proprietário do último andar decide que precisa de mais área para viver!
Esta situação, tanto quanto sei, foi relatada à Polícia e às Obras Públicas numa das últimas noites de chuva intensa no rescaldo da tempestade tropical «Fanapi», por correio electrónico. Até agora, também de acordo com o que tenho conhecimento, nada foi feito. Apenas uma mensagem da Polícia a dizer que tinha enviado o assunto para o Instituto de Habitação, isto é, «sacudiu a água do capote».
Fica uma pergunta. Até quando as autoridades vão continuar a ignorar? Ou será um problema de comunicação devido à queixa ter sido apresentada em português?

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Afinem ou não cantem

Acabaram-se as interpretações arrojadas do hino nacional. Quem viu a cerimónia do içar da bandeira no último 5 de Outubro em Lisboa deveria estar a suspirar por uma medida legislativa como esta em Portugal!

Pois bem, em Manila, nas Filipinas, país de grandes tradições musicais e vocais, o Parlamento decidiu acabar com o artista que há em cada Filipino! A partir de agora quem tiver a coragem de cantar o hino desafinado arrisca-se a ir parar à prisão ou, no mínimo, a uma multa que pode chegar às 18 mil patacas... Mas não ficam por aqui, a par do cantar impróprio do Lupang Hinirang (Terra Amada), também os pouco patrióticos usos dados à bandeira nacional podem ser alvo de punição.

Acabaram-se as toalhas e os biquínis feitos à base da Pambansang Watawat (Bandeira Nacional).

Agora falta que o Senado aprove a proposta para que os prevaricadores fiquem sujeitos a dois anos de prisão e 100 mil pesos de multa!


Yahoo News

NaE's kitchen A Cozinha da NaE

NaE's kitchen A Cozinha da NaE
Visite... Visitem...