Antes da chegada do tufão a Macau eram confirmados mais sete dezenas de casos de gripe A. “Entre 13 e 14 de Setembro da parte da tarde, os Serviços de Saúde registaram 73 novos casos confirmados da gripe A (H1N1), sendo 35 do sexo feminino e 38 do sexo masculino, com idades variando entre 1 e 47 anos de idade. Entre esses novos casos, registaram-se infecções colectivas da Gripe A (H1N1) na turma B da 4.a classe da secção primária da Escola da Sagrada Família, na turma A da 1.a Classe primária da Escola para Filhos e Irmãos dos Operários, na turma “Hang” da 4.a classe da secção primária da Escola Nossa Senhora de Fátima e na turma F6A do Colégio Yuet Wah (Secção Inglesa). Os Serviços de Saúde informaram as escolas em causa para a suspensão das aulas nas turmas supracitadas, bem como estão a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A H1N1 em estabelecimentos escolares, lares e outras entidades.”
Como blog estaremos aqui para escrever as nossas opiniões, observações e para que quem nos visite deixe também as suas. Tentaremos, dentro das possibilidades, manter este local actualizado com o que vai acontecendo à nossa volta em Macau e um pouco em todo o lado...
terça-feira, 15 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Um cheirinho do meu artigo
Todos temos episódios para contar sobre o Centro Hospitalar Conde de São Januário, uns mais hilariantes, outros mais sérios. O que esta semana descrevo nas páginas de O Clarim prende-se com uma consulta de especialidade feita por um médico que nem inglês (quanto mais português!) falava. O resultado, devido às dificuldades de comunicação pode adivinhar-se!
Para ler na Sexta-feira. “Depois de sair da consulta, decepcionado com a experiência e com um saco cheio de medicamentos que, mais tarde e num medico privado veio a descobrir não serem necessários, foi perguntar se poderia mudar para um médico que, no mínimo, falasse inglês. No mínimo porque português seria tarefa impossível, visto não haver no São Januário nenhum médico que fale português nessa especialidade. Perante tal exigência foi-lhe dito que, se queria arranjar outro médico, ou ia à privada (literalmente) ou tinha de escrever uma carta ao director do hospital (!) a pedir tal “descabida” exigência. Mais lhe disseram que, provavelmente, tal não seria atendido!
Todos estamos a par das dificuldades, ou das supostas dificuldades, de recrutar clínicos competentes para o hospital do Governo. No entanto, os responsáveis da Saúde não se podem esquecer de um pormenor. Em Macau, é da Lei a obrigação dos departamentos governamentais disponibilizarem serviços nas duas línguas oficiais.”
Para ler na Sexta-feira. “Depois de sair da consulta, decepcionado com a experiência e com um saco cheio de medicamentos que, mais tarde e num medico privado veio a descobrir não serem necessários, foi perguntar se poderia mudar para um médico que, no mínimo, falasse inglês. No mínimo porque português seria tarefa impossível, visto não haver no São Januário nenhum médico que fale português nessa especialidade. Perante tal exigência foi-lhe dito que, se queria arranjar outro médico, ou ia à privada (literalmente) ou tinha de escrever uma carta ao director do hospital (!) a pedir tal “descabida” exigência. Mais lhe disseram que, provavelmente, tal não seria atendido!
Todos estamos a par das dificuldades, ou das supostas dificuldades, de recrutar clínicos competentes para o hospital do Governo. No entanto, os responsáveis da Saúde não se podem esquecer de um pormenor. Em Macau, é da Lei a obrigação dos departamentos governamentais disponibilizarem serviços nas duas línguas oficiais.”
165 casos em 3 dias
Em Macau, existem agora, de acordo com dados oficiais, 1746 casos da gripe A H1N1.
Na passada sexta-feira registavam-se mais 35 casos positivos de H1N1 em Macau. “Do dia 10 até à tarde do dia 11 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 35 novos casos de gripe A H1N1, sendo 16 do sexo masculino e 19 do sexo feminino, com idades variando entre os 3 anos e os 38 anos. Entre esses novos casos, registaram-se infecções colectivas da gripe A H1N1 na turma D do 2º. ano do ensino secundário do Colégio Diocesano de São José, Escola Cinco, na turma E do 3º. ano do ensino primário da Escola para Filhos e Irmãos dos Operários e na turma A do 6º ano do ensino primário da secção chinesa do Colégio do Sagrado Coração de Jesus. Actualmente, as escolas em causa já foram informadas para suspenderem as aulas dessas turmas. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A H1N1 em estabelecimentos escolares, lares e outras entidades. Em simultâneo, mais 6 doentes tiveram alta após submetidos a tratamento, estando ainda 14 doentes a ser submetidos a tratamento médico hospitalar.”
No sábado, anunciava os Serviços de Saúde que havia mais 54 novos casos. “Do dia 11 até à tarde do dia 12 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 54 novos casos da gripe A H1N1, sendo 29 do sexo feminino e 25 do sexo masculino, com idades variando entre os 5 meses e os 54 anos. No dia 12 não foi registada a suspensão de aulas de escolas pela contaminação colectiva da gripe A H1N1. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A H1N1 em estabelecimentos escolares, lares e outras entidades.”
E no domingo, numa tendência de aumento, mais 76 infectados. “Do dia 12 até à tarde do dia 13 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 76 novos casos da gripe A H1N1, sendo 34 do sexo feminino e 42 do sexo masculino, com idades variando entre os 10 meses e os 52 anos. Entre esses casos novos, registaram-se infecções colectivas da gripe A H1N1 na turma D do 3.º ano do ensino secundário geral do Colégio Diocesano de São José (Escola 6), na turma D do 2.º ano do ensino secundário do Colégio Perpétuo Socorro Chan Sui Ki, na turma C da 3.ª classe do ensino primário da Escola Secundária Pui Ching e nas turmas P6B do ensino primário e D do 1.º ano do ensino secundário geral da Escola de Aplicação Anexa à Universidade de Macau. Actualmente, as escolas em causa já foram informadas para suspenderem as aulas dessas turmas. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A H1N1 em estabelecimentos escolares, lares e outras entidades.”
Na passada sexta-feira registavam-se mais 35 casos positivos de H1N1 em Macau. “Do dia 10 até à tarde do dia 11 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 35 novos casos de gripe A H1N1, sendo 16 do sexo masculino e 19 do sexo feminino, com idades variando entre os 3 anos e os 38 anos. Entre esses novos casos, registaram-se infecções colectivas da gripe A H1N1 na turma D do 2º. ano do ensino secundário do Colégio Diocesano de São José, Escola Cinco, na turma E do 3º. ano do ensino primário da Escola para Filhos e Irmãos dos Operários e na turma A do 6º ano do ensino primário da secção chinesa do Colégio do Sagrado Coração de Jesus. Actualmente, as escolas em causa já foram informadas para suspenderem as aulas dessas turmas. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A H1N1 em estabelecimentos escolares, lares e outras entidades. Em simultâneo, mais 6 doentes tiveram alta após submetidos a tratamento, estando ainda 14 doentes a ser submetidos a tratamento médico hospitalar.”
No sábado, anunciava os Serviços de Saúde que havia mais 54 novos casos. “Do dia 11 até à tarde do dia 12 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 54 novos casos da gripe A H1N1, sendo 29 do sexo feminino e 25 do sexo masculino, com idades variando entre os 5 meses e os 54 anos. No dia 12 não foi registada a suspensão de aulas de escolas pela contaminação colectiva da gripe A H1N1. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A H1N1 em estabelecimentos escolares, lares e outras entidades.”
E no domingo, numa tendência de aumento, mais 76 infectados. “Do dia 12 até à tarde do dia 13 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 76 novos casos da gripe A H1N1, sendo 34 do sexo feminino e 42 do sexo masculino, com idades variando entre os 10 meses e os 52 anos. Entre esses casos novos, registaram-se infecções colectivas da gripe A H1N1 na turma D do 3.º ano do ensino secundário geral do Colégio Diocesano de São José (Escola 6), na turma D do 2.º ano do ensino secundário do Colégio Perpétuo Socorro Chan Sui Ki, na turma C da 3.ª classe do ensino primário da Escola Secundária Pui Ching e nas turmas P6B do ensino primário e D do 1.º ano do ensino secundário geral da Escola de Aplicação Anexa à Universidade de Macau. Actualmente, as escolas em causa já foram informadas para suspenderem as aulas dessas turmas. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A H1N1 em estabelecimentos escolares, lares e outras entidades.”
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
BNU discrimina clientes portugueses
OS últimos dias têm sido passados a tentar inverter uma situação que considerava injusta, relativa a uma promoção do Banco Nacional Ultramarino. Algo que, depois de muitas desculpas, algumas esfarrapadas, e telefonemas com vários responsáveis da instituição, acabou como deveria ter começado!Felizmente tudo acabou resolvido da melhor forma e, caso o assunto tivesse sido conduzido de outra forma desde o início, nem seria necessário escrever acerca dele. No entanto, – e porque o BNU é um banco do Governo português, – sinto-me na obrigação de não deixar passar o incidente em claro.
«O cartão oferece-lhe um leque incomparável de benefícios» é o nome de uma campanha do BNU para os portadores do cartão de crédito «American Express», que oferece a possibilidade de adquirir o computador S10-2 a 75% do preço original.
O processo começa com a recepção de uma carta, que funciona como recibo para levantar o computador numa empresa localizada no NAPE. Carta redigida em português.
Dois dias após ter recebido a carta no correio, dirigi-me à empresa para levantar o computador. O que fora feito sem muitas perguntas depois de mostrar o cartão e a carta.
Até aqui nada de novo nem de estranho, visto que na caixa nada indica o idioma do aparelho. Mas, quando comecei por ver a documentação incluída deparei com uma cópia original do Sistema Operativo «Windows XP Home Edition», em versão chinesa apenas. Ao ligar o computador, deparei com o que já começava a suspeitar: estava instalada uma versão chinesa. Interrompi o processo de iniciação do computador, liguei para a empresa e combinei uma hora para ser atendido, sem nada dizer sobre o assunto que me levaria de volta tão rapidamente.
Tendo chegado ao escritório expliquei que se tratava de uma versão chinesa, ao que me foi sugerido que eu poderia instalar, por minha conta, risco e custas, uma versão inglesa! Sem me explicarem que, ao fazê-lo, estaria a perder todos os direitos de garantia de marca que todos os produtos novos oferecem. A par desta sugestão, peremptoriamente afirmaram que não havia versões inglesas (nem imaginar portuguesas, claro está!) para serem entregues nesta promoção.
Mostrei-me indignado e sugeriram-me que telefonasse para o banco.
Do banco apenas me informaram que nada tinha sido cobrado na minha conta ainda, nem nada iria ser cobrado, se eu cancelasse a transacção. Quanto ao facto de só estarem a entregar versões chinesas, nada disseram e fizeram-se despercebidos, remetendo para um posterior telefonema as possíveis explicações para o meu caso.
Afinal é a imagem do nosso país
O que mais me indigna neste caso é o seguinte: o BNU é um banco português (do Governo de Portugal), onde a língua portuguesa e os clientes que falam português (e que têm como segunda língua a inglesa) deviam ter representatividade e importância. Se fazem uma promoção para os clientes (mesmo que não assumam nenhuma responsabilidade pelos produtos oferecidos, como esclarecem na página dois da carta enviada), devem fazê-la para todos e não apenas para os que falam chinês. Se, por acaso, o alvo são só os clientes chineses, porque não fazem a publicidade em chinês? Ou não enviam as cartas apenas para os que têm nome chinês? Facilmente se resguardavam de mal-entendidos.
Mais tarde, no seguimento da reclamação formal que fiz por correio electrónico junto do banco, telefonaram-me, com a seguinte oferta: Poderia ir levantar o computador em chinês e o banco fornecia-me uma versão do «Windows» em inglês. Perguntei quem seria responsável pela mudança de Sistema Operativo, ao que me responderam, como se fosse a coisa mais natural do mundo, que seria eu!
Perguntei como seria da garantia porque, ao mudar o Sistema Operativo, estaria a quebrar a mesma, ao que me disseram que a Lenovo faria a reparação, se avariasse, e instalaria o sistema original (chinês), podendo eu, mais uma vez, fazer a instalação da cópia inglesa que o BNU me daria! A isto disse: não, obrigado! E desliguei o telefone.
Horas depois, e após terem sido informados que esta história seria publicada na imprensa local, telefonaram-me dizendo que a situação estaria a ser revista com a Lenovo e que, no início de Setembro, a pedido do cliente, seriam disponibilizadas versões em inglês. No entanto, no início de Setembro a novidade era apenas que a versão inglesa passava a ser fornecida pela Lenovo, mas em disco compacto e que a instalação continuava a cargo do cliente, pois a Lenovo, à semelhança do que já havia feito com outro banco (o DBS, segundo informou, em comparação o BNU) não disponibilizava versões inglesas para esta promoção. Contactada a Lenovo em Hong Kong, a história não era verdade, visto terem informado que havia computadores do modelo referido em diversas línguas.
Depois de todos estes caricatos episódios, a situação culminou com uma troca de telefonemas, de cariz pessoal, com alguém do topo da hierarquia do BNU, garantindo que o erro era assumido e que seria corrigido o quanto antes. E, quanto ao meu interesse pela promoção, caso ainda se mantivesse, seria satisfeito logo que estivessem disponíveis os computadores com versão inglesa instalada de origem. O que acabou por suceder dias depois. Agora, para quem queira a versão inglesa, basta para tal informar a empresa que os fornece antecipadamente, para que os possam encomendar de Hong Kong.
Só me resta dizer que, afinal, teria sido tão simples. Se no início tivessem pensado que havia clientes que não sabem chinês, nada disto teria acontecido. E, caso a empresa parceira não se disponibilizasse para oferecer versões em inglês (para um igual tratamento de todos os clientes), simplesmente deveriam recusar a campanha e escolher outro parceiro.
Se a campanha fosse do Banco da China ainda poderia perceber, mas – e desculpem-me o nacionalismo, – vinda de um Banco do Governo do meu país, considero-a simplesmente inadmissível e profundamente insultuosa para todos nós.
Pessoalmente, desagrada-me que instituições portuguesas, que deveriam ser o baluarte da defesa dos interesses do nosso país, não nos levem em consideração e nos desrespeitem abertamente.
Que me desculpem os amigos que trabalham em tão digníssima instituição portuguesa, mas esta história, mesmo que já tenha sido rectificada, não poderia passar sem ser publicada para que todos saibam o que se passou.
1581 casos de H1N1
No dia 9 de Setembro de 2009 (9.9.9) foram detectados 83 casos de gripe A H1N1 em Macau. “Do dia 8 até à tarde do dia 9 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 83 novos casos confirmados da gripe A (H1N1), sendo 46 do sexo feminino e 37 do sexo masculino, com idades variando entre 9 meses e 84 anos. Entre esses novos casos, registaram-se casos de infecção colectiva da Gripe A (H1N1) na Turma B do 1º ano da Escola Secundária Pui Cheng, na Turma A do 3º ano da Escola Xin Hua, e na Turma B do 6º ano do Colégio Dom Bosco (Yuet Wa) . Actualmente, as aulas destas turmas encontram-se suspensas. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A (H1N1) em estabelecimentos escolares.”
No dia 10, os Serviços de Saúde anunciavam mais 63 casos. “Do dia 9 até à tarde do dia 10 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 63 novos casos de gripe A (H1N1), sendo 30 do sexo masculino e 33 do sexo feminino, com idades variando entre os 18 meses e os 54 anos. Entre esses novos casos, registaram-se infecções colectivas da Gripe A H1N1 na turma D da Creche Infantário Santa Rosa de Lima e na turma A da 3ª. classe da secção primária da Escola para Filhos e Irmãos dos Operários. Actualmente, as aulas dessas turmas encontram-se suspensas. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A H1N1 em estabelecimentos escolares, lares e outras entidades.”
No dia 10, os Serviços de Saúde anunciavam mais 63 casos. “Do dia 9 até à tarde do dia 10 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 63 novos casos de gripe A (H1N1), sendo 30 do sexo masculino e 33 do sexo feminino, com idades variando entre os 18 meses e os 54 anos. Entre esses novos casos, registaram-se infecções colectivas da Gripe A H1N1 na turma D da Creche Infantário Santa Rosa de Lima e na turma A da 3ª. classe da secção primária da Escola para Filhos e Irmãos dos Operários. Actualmente, as aulas dessas turmas encontram-se suspensas. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A H1N1 em estabelecimentos escolares, lares e outras entidades.”
O que totaliza 1581 casos de Gripe A!
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
1435 casos
De acordo com os dados do Serviços de Saúde de Macau já se registaram 1435 casos positivos de gripe A H1N1 no território desde que se começou a contabilização.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
85 novos casos
Ontem, segunda-feira dia 7 de Setembro, foram detectados mais 85 casos de gripe A em Macau. Os SS continuam a catalogar como de Risco Moderado de contaminação, apesar do número de casos aumentar diariamente. O mesmo risco moderado que se registava quando eram detectados 1 e 2 dezenas de casos diários.
“Do dia 6 até à tarde do dia 7 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 85 novos casos confirmados da gripe A (H1N1), sendo 44 do sexo feminino e 41 do sexo masculino, com idades variando entre 9 meses e 53 anos. Desses novos casos, na Turma B do 4º ano da secção primária da Escola Kao Ip, na Turma E do 3.° ano da secção do secundário da Escola Pui Wa, na Turma D do 2º ano e Turma C do 5º ano da secção primária da Escola para Filhos e Irmão dos Operários e na Turma C do 4º. ano da secção do secundário da ramo chinês do Colégio de Santa Rosa de Lima foram verificados casos de infecção colectiva da gripe A H1N1. Para além disso, nas Turmas 6A e 5B da secção primária da Escola Pui Ching, na Turma P2A da secção primária da Escola Choi Kou (na Areia Preta) e na Turma 6ª da Escola da Associação Geral das Mulheres, foram verificados casos colectivos de manifestação de sintomas da gripe. Actualmente, as aulas destas turmas encontram-se suspensas, estando os Serviços de Saúde a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A (H1N1) nessas escolas."
“Do dia 6 até à tarde do dia 7 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 85 novos casos confirmados da gripe A (H1N1), sendo 44 do sexo feminino e 41 do sexo masculino, com idades variando entre 9 meses e 53 anos. Desses novos casos, na Turma B do 4º ano da secção primária da Escola Kao Ip, na Turma E do 3.° ano da secção do secundário da Escola Pui Wa, na Turma D do 2º ano e Turma C do 5º ano da secção primária da Escola para Filhos e Irmão dos Operários e na Turma C do 4º. ano da secção do secundário da ramo chinês do Colégio de Santa Rosa de Lima foram verificados casos de infecção colectiva da gripe A H1N1. Para além disso, nas Turmas 6A e 5B da secção primária da Escola Pui Ching, na Turma P2A da secção primária da Escola Choi Kou (na Areia Preta) e na Turma 6ª da Escola da Associação Geral das Mulheres, foram verificados casos colectivos de manifestação de sintomas da gripe. Actualmente, as aulas destas turmas encontram-se suspensas, estando os Serviços de Saúde a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A (H1N1) nessas escolas."
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
1267 casos de gripe A
De sexta-feira a domingo, de acordo com os dados disponíveis, foram detectados em Macau 189 casos positivos de H1N1, aumentado para 1267 os casos totais de Gripe A (H1N1).
No Domingo anunciavam-se 78 casos de Gripe A H1N1 em Macau.“Do dia 5 até à tarde do dia 6 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 78 novos casos confirmados da gripe A (H1N1), sendo 44 do sexo feminino e 34 do sexo masculino, com idades variando entre 7 meses e 58 anos. Desses novos casos, 3 são dos alunos da Turma E do 2.° ano do ensino secundário-geral da Segunda Escola do Colégio Diocesano de São José, 3 da Turma B do 3.° ano do ensino secundário-geral da Terceira Escola e 3 da Turma E do 3.° ano do ensino-secundário da Sexta Escola da mesma escola; 4 dos alunos da Turma S1C e 4 da Turma S2C da Escola de Aplicação Anexa à Universidade de Macau; e 3 dos alunos e 1 da professor da Turma K1C da Escola Choi Nong Chi Tai, encontrando-se actualmente as aluas destas turmas suspensas, estando os Serviços de Saúde a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A (H1N1) nessas escolas. Na Turma “Son” do 3.° ano do ensino secundário-geral da Escola Secundária Pui Ching, cujas aulas foram suspensas no dia 5, foi detectado mais 1 novo caso confirmado, registando-se em total 5 casos confirmados nessa turma. Entre os novos casos, há ainda 35 casos de alunos da educação infantil, do ensino primário e do ensino secundário de diversas escolas de Macau.”
No Sábado anunciavam-se mais seis dezenas de pessoas confirmadas com H1N1 na RAEM. “Do dia 4 até à tarde do dia 5 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 60 novos casos da Gripe A (H1N1), sendo 24 do sexo masculino e 36 do sexo feminino, com idades variando entre os 2 anos e os 66 anos. Dos novos casos confirmados, 4 são de alunos da Turma “Son” do 3.° Ano do Ensino Secundário-Geral da Escola Secundária Pui Ching, encontrando-se actualmente as aulas desta Turma suspensas. Para além disso, 4 são dos membros da Selecção da Escola de Artes Marciais Chinesas subordinada à Associação de Artes Marciais Chinesas de Macau, encontrando-se actualmente o treino desta Selecção suspenso. Os Serviços de Saúde encontram-se a acompanhar o estado de saúde dos doentes e dos seus contactos próximos.”
Na sexta-feira eram mais 51 os novos casos de gripe A em Macau. “Entre 3 e 4 de Setembro da parte da tarde, os Serviços de Saúde registaram 51 novos casos confirmados da gripe A (H1N1), sendo 18 do sexo feminino e 33 do sexo masculino, com idades variando entre o 1 e os 59 anos de idade. No dia 4, mais um aluno foi diagnosticado definitivamente no 4.o acampamento do Programa “Águia em Voo” das Actividades de Férias 2009, verificando-se um total de 5 casos confirmados, incluindo os outros casos confirmados anteriormente neste acampamento. Registou-se mais um caso confirmado no Centro de Santa Lúcia de Coloane, verificando-se um total de 7 casos confirmados no mesmo centro. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar o estado de saúde dos doentes em causa e dos indivíduos com contacto próximo.”
No Domingo anunciavam-se 78 casos de Gripe A H1N1 em Macau.“Do dia 5 até à tarde do dia 6 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 78 novos casos confirmados da gripe A (H1N1), sendo 44 do sexo feminino e 34 do sexo masculino, com idades variando entre 7 meses e 58 anos. Desses novos casos, 3 são dos alunos da Turma E do 2.° ano do ensino secundário-geral da Segunda Escola do Colégio Diocesano de São José, 3 da Turma B do 3.° ano do ensino secundário-geral da Terceira Escola e 3 da Turma E do 3.° ano do ensino-secundário da Sexta Escola da mesma escola; 4 dos alunos da Turma S1C e 4 da Turma S2C da Escola de Aplicação Anexa à Universidade de Macau; e 3 dos alunos e 1 da professor da Turma K1C da Escola Choi Nong Chi Tai, encontrando-se actualmente as aluas destas turmas suspensas, estando os Serviços de Saúde a acompanhar de perto a situação de ocorrência da gripe A (H1N1) nessas escolas. Na Turma “Son” do 3.° ano do ensino secundário-geral da Escola Secundária Pui Ching, cujas aulas foram suspensas no dia 5, foi detectado mais 1 novo caso confirmado, registando-se em total 5 casos confirmados nessa turma. Entre os novos casos, há ainda 35 casos de alunos da educação infantil, do ensino primário e do ensino secundário de diversas escolas de Macau.”
No Sábado anunciavam-se mais seis dezenas de pessoas confirmadas com H1N1 na RAEM. “Do dia 4 até à tarde do dia 5 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 60 novos casos da Gripe A (H1N1), sendo 24 do sexo masculino e 36 do sexo feminino, com idades variando entre os 2 anos e os 66 anos. Dos novos casos confirmados, 4 são de alunos da Turma “Son” do 3.° Ano do Ensino Secundário-Geral da Escola Secundária Pui Ching, encontrando-se actualmente as aulas desta Turma suspensas. Para além disso, 4 são dos membros da Selecção da Escola de Artes Marciais Chinesas subordinada à Associação de Artes Marciais Chinesas de Macau, encontrando-se actualmente o treino desta Selecção suspenso. Os Serviços de Saúde encontram-se a acompanhar o estado de saúde dos doentes e dos seus contactos próximos.”
Na sexta-feira eram mais 51 os novos casos de gripe A em Macau. “Entre 3 e 4 de Setembro da parte da tarde, os Serviços de Saúde registaram 51 novos casos confirmados da gripe A (H1N1), sendo 18 do sexo feminino e 33 do sexo masculino, com idades variando entre o 1 e os 59 anos de idade. No dia 4, mais um aluno foi diagnosticado definitivamente no 4.o acampamento do Programa “Águia em Voo” das Actividades de Férias 2009, verificando-se um total de 5 casos confirmados, incluindo os outros casos confirmados anteriormente neste acampamento. Registou-se mais um caso confirmado no Centro de Santa Lúcia de Coloane, verificando-se um total de 7 casos confirmados no mesmo centro. Os Serviços de Saúde estão a acompanhar o estado de saúde dos doentes em causa e dos indivíduos com contacto próximo.”
sábado, 5 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
SS dizem que paciente morreu sem H1N1
Como foi reportado em toda a comunicação social local, a paciente que estava nos Cuidados Intensivos, acabou por falecer no dia 3 de Setembro de 2009 (ontem). A primeira vítima mortal em Macau. Como se não bastasse ser demasiado grave registar-se a morte, agora os Serviços de Saúde vêm a público defender os médicos do Hospital Kiang Wu, porque agora levanta-se a hipótese de ter havido negligência grosseira no tratamento da paciente. De acordo com dados conhecidos a mesmo foi, por duas vezes, ao hospital chinês, e foi enviada para casa sem qualquer prognóstico de H1N1. Ficam algumas perguntas por responder, sendo a primeira sobre que tipo de diagnóstico nos fazem quando nos dirigimos aos Serviços de Urgência? Quais os critérios para se decidir se o paciente vai para casa, fica em isolamento ou aguarda novas análises?
Num período como este, onde os casos de gripe (sazonal ou H1N1) surgem todos os dias, os médicos não deveriam facilitar no diagnóstico que fazem, especialmente num segundo diagnóstico! Se o paciente volta com as mesmas queixas, no mínimo, devem mandar fazer as análises para despistagem do H1N1, mesmo que os sinais apontem em direcção contrária.
A isto os SS assobiam para o lado, dizendo que, de acordo com os dados conhecidos da paciente e das circunstâncias da sua morte, faleceu já sem sinais de vírus H1N1 no corpo! Então, de que morreu e porque foi mantida em isolamento mesmo depois de já não ter vestígios do vírus no organismo?
Entretanto, registaram-se mais 33 casos, o que faz o total subir para 1078 pessoas infectadas.
“Do dia 2 até à tarde do dia 3 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 33 novos casos de gripe A (H1N1), sendo 18 do sexo masculino e 15 do sexo feminino, com idades variando entre um ano e os 70 anos. No dia 3 de Setembro, mais 2 alunos do 4º Acampamento do Programa “Águia em Voo” das Actividades de Férias 2009 foram confirmados, sendo totalmente 4 alunos contagiados pelo vírus gripal em causa; Mais 2 pessoas do Centro de Santa Lúcia de Coloane foram contagiadas, verificando-se um total de 6 pessoas infectadas; os Serviços de Saúde encontram-se a acompanhar o estado de saúde dos doentes e dos seus contactos próximos. Para além disso, mais 3 casos confirmados tiveram alta depois de submetidos a tratamento, estando 6 casos confirmados a serem submetidos a tratamento hospitalar, sendo o estado de saúde da maioria deles satisfatório e estável. Até à tarde do dia 3, em Macau, cumulativamente 255 pessoas foram internadas por sofrerem de gripe A (H1N1) e 248 tiveram alta hospitalar, tendo sido todas as 7 mulheres grávidas confirmadas com gripe, 6 das quais já tiveram alta estando uma a ser acompanhada.”
Num período como este, onde os casos de gripe (sazonal ou H1N1) surgem todos os dias, os médicos não deveriam facilitar no diagnóstico que fazem, especialmente num segundo diagnóstico! Se o paciente volta com as mesmas queixas, no mínimo, devem mandar fazer as análises para despistagem do H1N1, mesmo que os sinais apontem em direcção contrária.
A isto os SS assobiam para o lado, dizendo que, de acordo com os dados conhecidos da paciente e das circunstâncias da sua morte, faleceu já sem sinais de vírus H1N1 no corpo! Então, de que morreu e porque foi mantida em isolamento mesmo depois de já não ter vestígios do vírus no organismo?
Entretanto, registaram-se mais 33 casos, o que faz o total subir para 1078 pessoas infectadas.
“Do dia 2 até à tarde do dia 3 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 33 novos casos de gripe A (H1N1), sendo 18 do sexo masculino e 15 do sexo feminino, com idades variando entre um ano e os 70 anos. No dia 3 de Setembro, mais 2 alunos do 4º Acampamento do Programa “Águia em Voo” das Actividades de Férias 2009 foram confirmados, sendo totalmente 4 alunos contagiados pelo vírus gripal em causa; Mais 2 pessoas do Centro de Santa Lúcia de Coloane foram contagiadas, verificando-se um total de 6 pessoas infectadas; os Serviços de Saúde encontram-se a acompanhar o estado de saúde dos doentes e dos seus contactos próximos. Para além disso, mais 3 casos confirmados tiveram alta depois de submetidos a tratamento, estando 6 casos confirmados a serem submetidos a tratamento hospitalar, sendo o estado de saúde da maioria deles satisfatório e estável. Até à tarde do dia 3, em Macau, cumulativamente 255 pessoas foram internadas por sofrerem de gripe A (H1N1) e 248 tiveram alta hospitalar, tendo sido todas as 7 mulheres grávidas confirmadas com gripe, 6 das quais já tiveram alta estando uma a ser acompanhada.”
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Primeira morte em Macau
Há dias anunciava-se aqui, por lapso de informação, a morte da paciente que estava internada, nos Cuidados Intensivos, no Centro Hospitalar Conde de São Januário com gripe H1N1. Foi um engano e confusão com os dados de Hong Kong mas, infelizmente, a informação veio a confirmar-se dias mais tarde. A paciente acabou mesmo por falecer ontem, sucumbindo às complicações da doença, anunciaram, oficialmente, os SS ontem.
No comunicado dos SS a morte é delegada para segundo plano, apenas aparecendo no quarto parágrafo do texto, depois da descrição dos novos infectados! “Do dia 1 até à tarde do dia 2 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 44 novos casos de Gripe A (H1N1), sendo 23 do sexo masculino e 21 do sexo feminino, com idades variando entre os 3 e os 59 anos. No dia 2 de Setembro, 2 alunos do 4º Acampamento do Programa “Águia em Voo” foram confirmados estar contagiados pelo vírus gripal em causa; 3 habitantes e 1 trabalhador do Centro de Santa Lúcia de Coloane foram contagiados; para além disso, 3 alunos da turma da Primário 4 do Centro de Explicações, sito no rés-do-chão da Rua de Leóncio Ferreira foram contagiados, encontrando-se actualmente essa aula suspensa. Os Serviços de Saúde encontram-se a acompanhar o estado de saúde dos doentes e dos seus contactos próximos.
Do dia 1 até à tarde do dia 2 de Setembro, mais 5 doentes tiveram alta após terem sido submetidos a tratamento, encontrando-se ainda 6 doentes hospitalizados. O estado de saúde da maioria deles é satisfatório e estável.
Por outro lado, uma doente grave, transferida, no dia 18 de Agosto, do Hospital Kiang Wu para a Unidade de Cuidados Intensivos do Centro Hospitalar Conde de São Januário (CHCSJ) morreu no meio dia de 2 de Setembro após o pessoal de saúde ter prestado socorro com todo o esforço, mas que não produziu efeito.”
No comunicado dos SS a morte é delegada para segundo plano, apenas aparecendo no quarto parágrafo do texto, depois da descrição dos novos infectados! “Do dia 1 até à tarde do dia 2 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 44 novos casos de Gripe A (H1N1), sendo 23 do sexo masculino e 21 do sexo feminino, com idades variando entre os 3 e os 59 anos. No dia 2 de Setembro, 2 alunos do 4º Acampamento do Programa “Águia em Voo” foram confirmados estar contagiados pelo vírus gripal em causa; 3 habitantes e 1 trabalhador do Centro de Santa Lúcia de Coloane foram contagiados; para além disso, 3 alunos da turma da Primário 4 do Centro de Explicações, sito no rés-do-chão da Rua de Leóncio Ferreira foram contagiados, encontrando-se actualmente essa aula suspensa. Os Serviços de Saúde encontram-se a acompanhar o estado de saúde dos doentes e dos seus contactos próximos.
Do dia 1 até à tarde do dia 2 de Setembro, mais 5 doentes tiveram alta após terem sido submetidos a tratamento, encontrando-se ainda 6 doentes hospitalizados. O estado de saúde da maioria deles é satisfatório e estável.
Por outro lado, uma doente grave, transferida, no dia 18 de Agosto, do Hospital Kiang Wu para a Unidade de Cuidados Intensivos do Centro Hospitalar Conde de São Januário (CHCSJ) morreu no meio dia de 2 de Setembro após o pessoal de saúde ter prestado socorro com todo o esforço, mas que não produziu efeito.”
O total de casos é já de 1045, tendo ontem sido detectados mais 44 casos positivos.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
DSEC desrespeita a Lei
Muito me agradou o facto de hoje, ao folhear os jornais de Macau, deparar com um anúncio da Direcção dos Serviços de Estatística e Censos em todos eles. Pena é que o mesmo apareça, em todos, na língua inglesa!Trata-se de um anúncio relativo à efeméride dos 25 anos de dados estatísticos em Macau mas, pelo que se vê no anúncio, a DSEC esqueceu-se que está em Macau, que é um departamento do Governo e que, por Lei, tem de cumprir o preceito de duas línguas oficiais.
Mais me indignou que os jornais de língua portuguesa tenham compactuado com tal, publicando o anúncio em inglês. Se não forem os jornais portugueses, que se apregoam como baluartes da língua lusa no Oriente, a defender o seu uso, quem o fará?
Se de uma empresa privada se tratasse ainda percebia porque, de acordo com a Lei, não é obrigatório o uso da língua portuguesa. No entanto, sendo um anúncio do Governo, a obrigação é diferente porque a Lei Básica assim o diz….
1001 finalmente!
Finalmente! Chegámos aos 1000… mais em concreto, 1001. Uma capicua que se quer de sorte! Os Serviços de Saúde anunciaram ontem mais 48 casos positivos. “Do dia 31 de Agosto até à tarde do dia 01 de Setembro, os Serviços de Saúde registaram 48 novos casos de gripe A (H1N1), sendo 21 do sexo masculino e 27 do sexo feminino, com idades variando entre os 2 anos e os 58 anos. Na actividade de formação de líder para os alunos da Escola de Aplicação Anexa à Universidade de Macau, realizada em Hong Kong, registaram-se, no dia 1, mais 3 novos casos confirmados, e até ao momento o número de alunos confirmados aumentou para 18. Os Serviços de Saúde encontram-se a acompanhar o estado de saúde dos doentes e dos seus contactos próximos.”
No entanto, continuamos com "o risco de transmissão moderado"!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
DSAL envia jovens para o continente
Na sessão de ontem, 31 Agosto de 2009, da Assembleia Legislativa o deputado Pereira Coutinho abordou a nova medida do Governo, anunciada recentemente pela DSAL, de enviar jovens trabalhadores de Macau para o continente!
O deputado pede esclarecimentos acerca da justificação da medida aos membros do Governo.
“Desde o estabelecimento da RAEM que o Governo e a sociedade em geral têm esforçado por encontrar formas de diversificação da economia local que tem sido altamente dependente da indústria do Jogo. A situação dependência da indústria do Jogo não é nova e começou a agravar e a piorar com o declínio em geral da indústria produtiva principalmente a de vestuário a partir da década de noventa derivado da transferência da maior parte das fábricas para o interior do continente chinês atraídas por uma mão-de-obra de obra mais barata e baixos custos de operação.
Por outro lado, ao longo de décadas foram desperdiçadas muitas oportunidades para criação de um mercado interno baseado na experiência e sabedoria dos nossos recursos humanos fruto de longas décadas de trocas comerciais com o estrangeiro principalmente com os países europeus e africanos, tecnologia produtiva avançada e as décadas de confiança do mercado estrangeiro no valor adicionado da marca “Made in Macau”.
Desde o estabelecimento da RAEM que quase todos os anos as universidades locais e estrangeiras formam muitos jovens licenciados que cada vez mais têm enormes dificuldades de encontrar o seu primeiro emprego. Esta situação é agravada ainda mais, porque as pequenas e médias empresas não conseguem competir com os salários praticados pelas concessionárias da indústria do Jogo que estão dispostas a remunerar com salários mais elevados trabalhadores que exercem o mesmo tipo de funções mas em empresas de pequena dimensão. Para agravar ainda mais a situação, o Governo praticamente tem ignorado e abandonado as pequenas e médias empresas locais não atendendo às suas dificuldades na área dos recursos humanos, falta de atractivos para o desenvolvimento das suas actividades económicas e burocracia administrativa.
Para agravar ainda mais as dificuldades das pequenas e médias empresas locais, o Governo antes de uma ampla audição à sociedade civil decidiu recentemente avançar com o novo “Plano de formação no posto de trabalho e de contratação” dotando em cerca de 54 milhões patacas, alegando ter como objectivos “atenuar a pressão sentida na sociedade a nível do desemprego promover o emprego dos trabalhadores residentes e atenuar o desemprego em Macau”.
Uma das principais razões dos jovens licenciados desempregados tem a ver com o facto das nossas pequenas e médias empresas não conseguirem pagar ordenados semelhantes pagos pelas empresas que dedicam à indústria do Jogo, pelo que o Governo deveria esforçar por apoiar as empresas na contratação dos jovens desempregados locais ou invés de “chuta-los” para o interior do continente chinês como mão-de-obra barata e susceptível de alvo fácil de exploração por parte de eventuais empregadores sem escrúpulos. Mas o mais grave poderá aparecer no futuro quando estes mesmos jovens regressarem a Macau terão que readaptar de novo ao mercado de Macau e eventualmente através de novos estágios. E quem vai suportar os custos com os novos estágios de readaptação destes jovens estagiários?
Por isso é que a sociedade em geral indaga quais as reais razões e interesses que poderão estar por detrás deste novel “Plano de formação nos posto de trabalho e de contratação”. Muitos cidadãos perguntam se estamos perante mais um dos muitos casos de tráfico de influências de entidades privadas que pretendem aproveitar os fundos públicos com beneplácito de alguns dirigentes que para conseguirem acomodar nos seus cargos públicos limitam a aprovar tudo que lhes são propostos.
Assim sendo, interpelo o Governo, sobre o seguinte:
1. Porque razão o Governo não procedeu a uma ampla auscultação à sociedade civil e principalmente às pequenas e médias empresas e outras associações de trabalhadores quanto à execução do referido Plano de formação no posto de trabalho e de contratação? Vai o Governo rever de imediato o referido Plano possibilitando que empresas locais possam ser apoiadas financeiramente pelo Governo para poderem contratar os jovens licenciados que estejam desempregados mas que pretendam trabalhar em Macau e poderem continuar a estar juntos dos seus principais membros da família tais como os pais, irmãos, esposas e filhos menores?
2. De que forma vai o Governo ajudar os trabalhadores residentes em Macau que estejam desempregados ou que estejam a trabalhar em regime de “part time” porque as pequenas e médias empresas não conseguem contrata-los e pagar salários similares das empresas da indústria do Jogo? Quais as razões do Governo não apoiar as pequenas e médias empresas na contratação de trabalhadores locais que estejam desempregados e portadores de elevadas habilitações escolares?”
O deputado pede esclarecimentos acerca da justificação da medida aos membros do Governo.
“Desde o estabelecimento da RAEM que o Governo e a sociedade em geral têm esforçado por encontrar formas de diversificação da economia local que tem sido altamente dependente da indústria do Jogo. A situação dependência da indústria do Jogo não é nova e começou a agravar e a piorar com o declínio em geral da indústria produtiva principalmente a de vestuário a partir da década de noventa derivado da transferência da maior parte das fábricas para o interior do continente chinês atraídas por uma mão-de-obra de obra mais barata e baixos custos de operação.
Por outro lado, ao longo de décadas foram desperdiçadas muitas oportunidades para criação de um mercado interno baseado na experiência e sabedoria dos nossos recursos humanos fruto de longas décadas de trocas comerciais com o estrangeiro principalmente com os países europeus e africanos, tecnologia produtiva avançada e as décadas de confiança do mercado estrangeiro no valor adicionado da marca “Made in Macau”.
Desde o estabelecimento da RAEM que quase todos os anos as universidades locais e estrangeiras formam muitos jovens licenciados que cada vez mais têm enormes dificuldades de encontrar o seu primeiro emprego. Esta situação é agravada ainda mais, porque as pequenas e médias empresas não conseguem competir com os salários praticados pelas concessionárias da indústria do Jogo que estão dispostas a remunerar com salários mais elevados trabalhadores que exercem o mesmo tipo de funções mas em empresas de pequena dimensão. Para agravar ainda mais a situação, o Governo praticamente tem ignorado e abandonado as pequenas e médias empresas locais não atendendo às suas dificuldades na área dos recursos humanos, falta de atractivos para o desenvolvimento das suas actividades económicas e burocracia administrativa.
Para agravar ainda mais as dificuldades das pequenas e médias empresas locais, o Governo antes de uma ampla audição à sociedade civil decidiu recentemente avançar com o novo “Plano de formação no posto de trabalho e de contratação” dotando em cerca de 54 milhões patacas, alegando ter como objectivos “atenuar a pressão sentida na sociedade a nível do desemprego promover o emprego dos trabalhadores residentes e atenuar o desemprego em Macau”.
Uma das principais razões dos jovens licenciados desempregados tem a ver com o facto das nossas pequenas e médias empresas não conseguirem pagar ordenados semelhantes pagos pelas empresas que dedicam à indústria do Jogo, pelo que o Governo deveria esforçar por apoiar as empresas na contratação dos jovens desempregados locais ou invés de “chuta-los” para o interior do continente chinês como mão-de-obra barata e susceptível de alvo fácil de exploração por parte de eventuais empregadores sem escrúpulos. Mas o mais grave poderá aparecer no futuro quando estes mesmos jovens regressarem a Macau terão que readaptar de novo ao mercado de Macau e eventualmente através de novos estágios. E quem vai suportar os custos com os novos estágios de readaptação destes jovens estagiários?
Por isso é que a sociedade em geral indaga quais as reais razões e interesses que poderão estar por detrás deste novel “Plano de formação nos posto de trabalho e de contratação”. Muitos cidadãos perguntam se estamos perante mais um dos muitos casos de tráfico de influências de entidades privadas que pretendem aproveitar os fundos públicos com beneplácito de alguns dirigentes que para conseguirem acomodar nos seus cargos públicos limitam a aprovar tudo que lhes são propostos.
Assim sendo, interpelo o Governo, sobre o seguinte:
1. Porque razão o Governo não procedeu a uma ampla auscultação à sociedade civil e principalmente às pequenas e médias empresas e outras associações de trabalhadores quanto à execução do referido Plano de formação no posto de trabalho e de contratação? Vai o Governo rever de imediato o referido Plano possibilitando que empresas locais possam ser apoiadas financeiramente pelo Governo para poderem contratar os jovens licenciados que estejam desempregados mas que pretendam trabalhar em Macau e poderem continuar a estar juntos dos seus principais membros da família tais como os pais, irmãos, esposas e filhos menores?
2. De que forma vai o Governo ajudar os trabalhadores residentes em Macau que estejam desempregados ou que estejam a trabalhar em regime de “part time” porque as pequenas e médias empresas não conseguem contrata-los e pagar salários similares das empresas da indústria do Jogo? Quais as razões do Governo não apoiar as pequenas e médias empresas na contratação de trabalhadores locais que estejam desempregados e portadores de elevadas habilitações escolares?”
DSEJ recua no cantonense. Vergonha?
Por favor, divulguem isto… façam forward do email que recebem para que todos consigam saber o que se passa e, para os que estão interessados no curso, contactem:
Centro de Difusão de Línguas
Direcção de Serviços de Educação e Juventude
Pelo telefone: 84905305
Ou email: CDL@dsej.gov.mo
Direcção de Serviços de Educação e Juventude
Pelo telefone: 84905305
Ou email: CDL@dsej.gov.mo
Pode ser que ainda consigamos inverter a situação e o responsável chegue à conclusão que, pelo menos 13, são suficientes para começar as aulas. E de que, mesmo que só fossem 4 ou 5, também se justificava levar por diante o curso porque, afinal, trata-se da língua mais falada em Macau.
Quando nos insurgimos pela defesa do Português também nos devemos lembrar do Cantonense.
Peço-vos, divulguem, por favor.
Quase um milhar
Ao ritmo que se tem registado nos últimos dias, será ainda esta semana que vamos ultrapassar a barreira psicológica dos mil casos positivos de H1N1 em Macau!
“Do dia 30 até à tarde do dia 31 de Agosto, os Serviços de Saúde registaram 53 novos casos de gripe A (H1N1), sendo 28 do sexo feminino e 25 do sexo masculino, com idades variando entre os 9 meses e os 50 anos”.
Isto quer dizer, segundo os SS, que temos um “risco de transmissão moderado. Até ao presente momento, registaram-se cumulativamente 953 casos de Gripe A (H1N1)”.
“Do dia 30 até à tarde do dia 31 de Agosto, os Serviços de Saúde registaram 53 novos casos de gripe A (H1N1), sendo 28 do sexo feminino e 25 do sexo masculino, com idades variando entre os 9 meses e os 50 anos”.
Isto quer dizer, segundo os SS, que temos um “risco de transmissão moderado. Até ao presente momento, registaram-se cumulativamente 953 casos de Gripe A (H1N1)”.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
O BNU continua a brincar!
O BNU Macau voltou à carga para justificar o injustificável! Telefonaram, como prometeram, para dizer que o Windows, versão inglesa, já estava na empresa que fornece os computadores, para ir eu levantar o meu, se ainda estivesse interessado.
As mesmas condições! Levanto uma versão chinesa, trago para casa, formato o disco e instalo a versão inglesa!
Serei eu, para o BNU, um especialista informático? Até poderei ser, e o BNU nada tem a ver com isso. Porque, quando o faço, faço-o de consciência e a saber que perco todas as garantias de marca! Se bem que o BNU diga que não.
Esta “birra” prende-se não comigo, que nem preciso do dito computador, mas com os milhares de clientes, não chineses, que o banco português tem e que estão a ser, completamente, desrespeitados e ninguém, dentro da instituição, liga nenhuma!!!
Que pouca vergonha!
Será que fosse pedir muito que houvesse versão chinesa e versão inglesa do computador para entrega aos clientes?
As mesmas condições! Levanto uma versão chinesa, trago para casa, formato o disco e instalo a versão inglesa!
Serei eu, para o BNU, um especialista informático? Até poderei ser, e o BNU nada tem a ver com isso. Porque, quando o faço, faço-o de consciência e a saber que perco todas as garantias de marca! Se bem que o BNU diga que não.
Esta “birra” prende-se não comigo, que nem preciso do dito computador, mas com os milhares de clientes, não chineses, que o banco português tem e que estão a ser, completamente, desrespeitados e ninguém, dentro da instituição, liga nenhuma!!!
Que pouca vergonha!
Será que fosse pedir muito que houvesse versão chinesa e versão inglesa do computador para entrega aos clientes?
Secretário para a Segurança esclarece em português!
O que a seguir publico é a resposta (escrita em PDF file) do Gabinete do Secretário para a Segurança a uma interpelação do deputado Pereira Coutinho, do ano passado. Refere-se ao caso de dois agentes da PSP feridos em serviço, num acidente de viação, e que, alegadamente, não estão a receber o devido apoio da instituição.
Além de todas as questões que isto pode levantar, o que mais me impressionou foi a qualidade do português! Parece traduzido pelo Google Translator!!!
Há muito que nos habituamos a ver em Macau o português maltratado. Eu próprio o mau trato assiduamente aqui.! Mas, escrever desta forma, especialmente quando se trata de uma resposta oficial para um deputado da Assembleia Legislativa?
Mais vale escrever em chinês... ou em inglês... ou mesmo em francês!!!
Para mais pormenores tentem ler as imagens que publico… São dignas de uma leitura pormenorizada!!!



Até parece que não há pessoas capazes de escrever um português que se entenda no Gabinete do Secretário para a Segurança ou na PSP…
Felizmente há muitos...
Além de todas as questões que isto pode levantar, o que mais me impressionou foi a qualidade do português! Parece traduzido pelo Google Translator!!!
Há muito que nos habituamos a ver em Macau o português maltratado. Eu próprio o mau trato assiduamente aqui.! Mas, escrever desta forma, especialmente quando se trata de uma resposta oficial para um deputado da Assembleia Legislativa?
Mais vale escrever em chinês... ou em inglês... ou mesmo em francês!!!
Para mais pormenores tentem ler as imagens que publico… São dignas de uma leitura pormenorizada!!!
Até parece que não há pessoas capazes de escrever um português que se entenda no Gabinete do Secretário para a Segurança ou na PSP…
Felizmente há muitos...
Em Macau os casos aumentam mas não se registam mortes
Rectificação do post anterior.
Por erro de informação escreveu-se que se tinha regista a primeira morte por gripe A H1N1 em Macau. O que se revelou completamente errado.
Pelo facto, aqui esclarecemos o mal entendido. A informação referia-se a uma morte sim, mas em Hong Kong. Uma paciente que se encontrava em estado crítico e acabou por falecer este fim-de-semana.
Em Macau, apesar de estarem os casos a aumentar diariamente, continuamos sem registar nenhuma morte.
Por erro de informação escreveu-se que se tinha regista a primeira morte por gripe A H1N1 em Macau. O que se revelou completamente errado.
Pelo facto, aqui esclarecemos o mal entendido. A informação referia-se a uma morte sim, mas em Hong Kong. Uma paciente que se encontrava em estado crítico e acabou por falecer este fim-de-semana.
Em Macau, apesar de estarem os casos a aumentar diariamente, continuamos sem registar nenhuma morte.
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