Como blog estaremos aqui para escrever as nossas opiniões, observações e para que quem nos visite deixe também as suas. Tentaremos, dentro das possibilidades, manter este local actualizado com o que vai acontecendo à nossa volta em Macau e um pouco em todo o lado...
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na última edição de Novembro d’ O Clarim não queria deixar passar a oportunidade de vos falar do maior evento gastronómico de Macau. Termina no próximo dia 29 e penso já ser tarde para reparos este ano. No entanto, tenho esperança de que no próximo ano alguns erros possam ser redimidos.
Na imprensa a organização dizia, pela voz do deputado e presidente da Associação dos Empresários do Sector da Restauração - responsável pela organização do evento, Chan Chak Mo, que “este é o único evento do género em Macau que se apresenta como uma boa oportunidade para os restaurantes locais promoverem a sua cozinha junto dos turistas e residentes”. Afirmando ainda que a culinária portuguesa estava presente com sete restaurantes do território, que se associaram ao evento para dar a conhecer e provar algumas das iguarias lusas, como o pão com chouriço, enchidos e vinhos.
Sinceramente, apesar de lá ter ido duas vezes, nada vi além do que referi anteriormente.
Vi sim vários restaurantes locais apelidados de comida portuguesa e que já aqui várias vezes critiquei e apelei para que autoridades portuguesas fizessem algo em relação ao assunto porque, na minha opinião, é um atentado ao bom nome do nosso país, costumes e cultura gastronómica. Porque, servir comida que nada tem a ver com a tradição de Portugal e chamar-lhe “comida portuguesa” só pode ser um insulto à nossa inteligência e à nossa identidade como povo.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Esta sexta-feira n’ O Clarim vai sair um texto que, apesar de abordar um tema importante e premente, versa mais o lado humorístico do problema dos animais abandonados em Macau. Apresenta-se uma solução vinda de Taiwan recentemente e que em Macau poderia, sem grandes problemas, vir a ser aquilo a que popularmente apelidamos “matar dois coelhos (pobres diabos!) de uma cajadada só!”...
A ler na sexta-feira, depois deste cheirinho. “(...)Existem inúmeros edifícios industriais abandonados, ou em ruínas, que podem sem muitos investimentos, serem transformados neste tipo de hotéis. Muitos deles poderiam ser mesmo usados pelo governo para albergar condignamente os animais das pessoas que não os querem, ou não os podem ter em casa.
À semelhança deste caso de Taiwan, poderia também ser oferecido o serviço de hospedagem vitalícia (um pouco à semelhança de creche ou lar de idosos) onde quem não tem, ou não quer ter, um animal em casa pudesse ir e visitar o seu animal, sendo responsável pela sua alimentação e estadia. Em Taiwan, aliás, comparam este serviço ao de babysitter a tempo inteiro, mas para animais e mais barato! (…)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na próxima sexta-feira vai ser possível ler n’O Clarim um artigo sobre as autoridades da Malásia que parecem ser donos da palavra. “Os órgãos governamentais baseiam o acto de banir o lote de Bíblias pelo facto da palavra Alá ser de origem arábica, portanto islâmica, e que o seu uso por não-islâmicos irá ser visto pela comunidade islâmica como um insulto! Por seu lado, as autoridades católicas na Malásia vêm o acto como algo ofensivo e ridículo, tendo já avançado com uma queixa-crime em tribunal contra a decisão governamental.
A Federação Cristã da Malásia diz que a palavra Alá tem sido usada ao longo dos séculos para se referirem a “Deus” tanto no bahasa Malaio como Indonésio (que são bastante semelhantes), pelo que não conseguem compreender a razão da decisão actual.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na edição da próxima sexta-feira vão ler um texto que fala dos disparates de um novo deputado.
A sombra de Fong Chi Keong ao afirmar que não vê nada de errado nos jantares que ofereceu, e que tal é tradição em Macau, apenas mostra que desrespeita o primado da Lei da RAEM. A Lei eleitoral é clara nesse aspecto, pelo que desculpá-lo por ser uma questão cultural (algo que nunca percebi muito bem e que pode ser muito ambíguo) ou por apenas ser uma forma de dizer “obrigado” é algo que não deve ter lugar e que merece ser punido.
E que aborda também a Lusofonia, o festival que hoje começa e que todos criticam.
Este fim-de-semana realiza-se a décima segunda edição do certame que assinala o lado lusófono de Macau. Agora chamado de Festival da Lusofonia voltou ao formato inicial de dois dias e meio com três noites de espectáculos e um orçamento muito mais reduzido.
Nos últimos dias tenho visto várias pessoas a apontar o dedo ao Instituo para os Assuntos Cívicos e Municipais pela falta de verba mas, se olharmos para os anos anteriores, a verba aplicada tem aumentado de ano para ano. Apenas em 2008 foi substancialmente mais elevada porque houve a participação do Fórum para a Cooperação Económica entre a China e os Países de Língua Portuguesa. Tal ajuda este ano não existiu, sendo o IACM obrigado a fazer ginástica financeira para conseguir, na medida do possível, manter algum do nível que mostrou no certame do ano passado.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na próxima edição d’O Clarim vai ler-se ainda sobre o processo eleitoral. Mesmo um pouco fora de época, acho que devia voltar a falar de todo o processo de recontagem de votos. Afinal foi o Chefe do Executivo que trouxe o assunto à baila. “É incompreensível que, num local onde existem leis e onde o primado da Lei é uma das pedras basilares da nossa sociedade, se possa deixar passar incólume este tipo de situações. A verdade é que dois organismos de fiscalização não fizeram o seu trabalho e causaram prejuízos a um processo eleitoral que se queria transparente. Em última instância, quando não se pode ou não se quer apurar em pormenor o responsável pelo erro, é o chefe máximo que o deve assumir. Assim mandam as regras de um bom chefe, quando os seus subordinados falham e não se pode identificar quem foi, é o chefe que, por uma questão de honorabilidade, deve chegar à frente e assumir toda a responsabilidade.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Um cheirinho do meu artigo

É costume aqui dizer que na próxima sexta-feira vão ler n’O Clarim isto e aquilo. Bom, esta semana é na Quinta-feira em virtude dos feriados que caem na quinta e sexta-feira.
No artigo desta semana falo de dois assuntos, um de cariz cultural outro de cariz cívico.
Milhões têm sido canalizados para a sua recuperação Ao certo ninguém sabe quando foi gasto, ou quanto ainda será preciso gastar nas restantes obras de beneficiação do local. A verdade é que o dinheiro, neste caso, é o mal menor. O prazo, que se arrasta no tempo, começa a dar indícios de que muitos interesses ocultos devem estar a lucrar com este atraso fenomenal. Mas, bem ao estilo de Macau, o mais impressionante é que, para além de umas interpelações esporádicas por alguns deputados na Assembleia Legislativa, pouco mais se vê na procura da verdade por detrás de todo o processo de recuperação.
Outro aspecto que quero salientar é a forma da sua recuperação. Segundo sei os trabalhos tinham como objectivo restituir a forma original ao edifício. Será que quando o “mandarim” ali vivia já a casa tinha portão de ferro eléctrico?
(…)
Foi anunciado recentemente que o Governo planeia lançar, a título experimental, lugares de estacionamento pago para veículos de duas rodas. Lembro-me de ter abordado este tema aqui por uma ou duas vezes e de sempre referir que, ao se avançar por esta medida, havia outros factores a ter em conta.
A criação de parquímetros para veículos de duas rodas não é tão fácil como a criação para os automóveis. Primeiro tem de se ter em conta como se vai processar o pagamento e a sua prova. Deve ter-se em conta também toda a demarcação do lugar de estacionamento porque, se somos obrigados a pagar, teremos de receber algo de volta. Logo, ao se pagar por estacionamento, tem de haver uma demarcação no piso para cada veículo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na última edição d’O Clarim deste mês vão ler uma história sobre uma mudança de bilhete de avião numa “low cost” que opera em Macau. Um “rebooking” feito com antecedência mas que acabou por custar mais do que o bilhete do preço normal!
“(…) A alteração para o dia seguinte, no mesmo horário, levou uma taxa de 400 patacas, mais 800 de diferença de preço e mais 100 pelo lugar marcado outro tanto pelo peso extra de bagagem! Ou seja, um bilhete que custava 1100 passou a custar 2500, isto tendo sido a alteração feita duas semanas antes. Se fosse no dia, ou no dia anterior ao voo, a diferença seria ainda maior!
A tudo isto há a acrescentar, pelo menos, dois telefonemas de 45 minutos para o
Call Center (…)".

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Todos temos episódios para contar sobre o Centro Hospitalar Conde de São Januário, uns mais hilariantes, outros mais sérios. O que esta semana descrevo nas páginas de O Clarim prende-se com uma consulta de especialidade feita por um médico que nem inglês (quanto mais português!) falava. O resultado, devido às dificuldades de comunicação pode adivinhar-se!
Para ler na Sexta-feira. “Depois de sair da consulta, decepcionado com a experiência e com um saco cheio de medicamentos que, mais tarde e num medico privado veio a descobrir não serem necessários, foi perguntar se poderia mudar para um médico que, no mínimo, falasse inglês. No mínimo porque português seria tarefa impossível, visto não haver no São Januário nenhum médico que fale português nessa especialidade. Perante tal exigência foi-lhe dito que, se queria arranjar outro médico, ou ia à privada (literalmente) ou tinha de escrever uma carta ao director do hospital (!) a pedir tal “descabida” exigência. Mais lhe disseram que, provavelmente, tal não seria atendido!
Todos estamos a par das dificuldades, ou das supostas dificuldades, de recrutar clínicos competentes para o hospital do Governo. No entanto, os responsáveis da Saúde não se podem esquecer de um pormenor. Em Macau, é da Lei a obrigação dos departamentos governamentais disponibilizarem serviços nas duas línguas oficiais.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Um cheirinho do meu artigo

O meu próximo artigo vai abordar algo que se passou ontem comigo. Mesmo que a situação seja revista considero que deve ser registada publicamente, para tal não volte a suceder.
Como os leitores devem saber, O Clarim só volta às bancas em Setembro, o que me vos dá alguns dias de descanso do “sacrifício” de ler o lá se escreve.
Na primeira edição de Setembro vou escrever sobre a discriminação que o BNU está a fazer a clientes portugueses.
O que me indignou foi o seguinte. O BNU é um banco português, onde a língua portuguesa e os clientes que falam português (e que têm como segunda língua a inglesa) representam uma grande fatia dos lucros anuais. Se fazem uma promoção para os clientes (mesmo que não assumam nenhuma responsabilidade pelos produtos oferecidos, como esclarecem na página dois da carta enviada) devem fazê-la para todos e não apenas para os que falam chinês. Se pretendem apenas faze-la para os que lêem chinês porque não fazem as publicidades em chinês? Ou não enviam as cartas apenas para os que têm nome chinês?

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Um cheirinho do meu artigo

O Clarim está para ir de férias mas, antes desta pausa, quero-vos falar um assunto sério. Mesmo em “silly season” existem coisas que não mudam e uma delas é a poupança para a reforma.
Na sexta-feira, visto ser o dia do meu aniversário, vou abordar um assunto que me toca de perto, os descontos para a vida daqui a uns anos… E as decisões que o Governo nos obriga a fazer.
A verdade é que, realmente, é melhor ter acesso a este sistema de poupança para a velhice do que não ter nada. Pelo menos assim quando o Governo decidir que já não precisa de nós, porque os contratos podem ser terminados a qualquer altura (não se trata de empregos do quadro), pelo menos a pessoa tem um pé-de-meia que dará para que sobreviva durante algum tempo até que encontre outra fonte de rendimento.
Porém, se por seu desconhecimento ou ignorância acabar por fazer as decisões erradas nos investimentos, essa protecção acaba por desaparecer. Acabando por ficar sem nada no final da sua vida profissional governamental.
A empresa responsável pela gestão dos fundos não tem qualquer responsabilidade perante perdas. Cobra comissões sobre perdas e lucros e nada mais tem a fazer do que investir o dinheiro que os funcionários e o Governo lhe enviam mensalmente. Para tal são pagos e nada mais lhes é pedido.
Se não têm responsabilidade, porque para tal não foi incluído no clausulado do contrato um parágrafo que tal protegesse, deve caber a quem lhes deu tais poderes assegurar que o elo mais fraco não acaba por ser o mais prejudicado.
A verdade é que grande parte dos funcionários, mais ou menos informados, está com perdas na casa dos 30 e 40 por cento dos investimentos feitos. Alguns ainda mais, o que torna toda a situação alarmante.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Um cheirinho do meu artigo

No dia 14 será publicado um texto onde se fala da polémica que já envolve o Governo que ainda não o é! Isto promete pelo menos para cinco anos… Ainda a procissão vai no adro já o povo grita… Para ler n’O Clarim na próxima edição. “Apesar de todas as críticas que possam ser feitas às “opções”, o mais alarmante é a forma de como foi feita a escolha. Apesar do Governo dizer que tudo foi feito dentro da legalidade, a verdade é que “à mulher de César não basta sê-lo, tem de o parecer”. Este dito popular assenta que nem uma luva neste caso em que apesar de dizerem que são honestos, os factos parecem apontar para outras evidências.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na edição de Sexta-feira d’O Clarim vou escrever sobre a “silly season”. Naquele que vai ser o primeiro artigo da época balnear e de férias, pouco haverá para falar. No entanto, é interessante recordar incidentes passados. “Gostei, sinceramente, de um comentário de um simples morador local quando Chui Sai On passou pelo Mercado Almirante Lacerda. Este cidadão apenas lhe pediu que, como Chefe do Executivo, cumpra, literalmente, todas as promessas que andou a fazer à população… Apesar de ter vindo de uma pessoa que pouco impacto terá nas decisões finais, este pedido agrega tudo o que se pede aos políticos. Que, pelo menos, cumpram o que prometem em campanha quando andam a angariar votos.”

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Esta sexta-feira n'O Clarim vamos ler um artigo sobre algo que, recentemente, aconteceu nos Correios de Macau. O facto relata a chegada de um pacote postal em péssimas condições. Ninguém quis assumir responsabilidades e, caso o destinatário optasse por reclamar, perderia os direitos sobre o conteúdo dos pacotes! “Acredito que os Correios de Macau tenham recebido a “mercadoria” na situação em que foi entregue ao destinatário, no entanto, não se compreende como não existe nenhum apuramento de responsabilidades quando um serviço é pago.
Se nós quando vamos a um restaurante e nos é servida comida de má qualidade podemos reclamar e ver a comida substituída (ou não a pagar) porque não se pode fazer o mesmo neste serviço público? Afinal quando pagamos temos o direito de receber um serviço completo.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na próxima sexta-feira n’O Clarim vai poder ser lido um artigo sobre um café que existe do outro lado da fronteira e que, por incrível que pareça, é onde encontro do melhor pão nesta zona do globo… A notícia é mesmo essa, o facto de ser interessante encontrar-se melhor pão ao estilo ocidental do outro lado do que aqui em Macau. “Tempos ouve em que nas pastelarias/padarias portuguesas o pão era como o que se come em Portugal, saboroso, com a quantidade certa de sal, e bem cozido. Agora, seja pela farinha seja pelo muito fermento, esse alimento básico da nossa dieta, sabe a pouco e em nada se parece com o que me habituei a comer na minha juventude.
No entanto, devo dizer que, de vez em quando, sempre se vai encontrando algum que satisfaz o gosto mais exigente. É isso que aqui quero destacar. E faço-o porque, contrariando todas as probabilidades, não foi em Macau que o encontrei. Foi do outro lado da fronteira num pequeno estabelecimento que abriu este ano.
A oferta é variada, desde pão “normal”, a pão com cereais, pão integral, bolos, de tudo se pode encontrar e feito ao sabor ocidental.

A ler na próxima semana.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na próxima semana O Clarim vai trazer um artigo sobre o consumo de água em Macau comparado com a quantidade de garrafas e piscinas que daria para encher, para uma melhor compreensão. De acordo com dados oficiais “(…) o consumo em nossa casa assume a maior fatia, quase 47 por cento do total (ou seja, 9.840 piscinas), o consumo comercial daria para encher apenas 8.137 piscinas (38.75 por cento), enquanto que o industrial não chega a 8.5 por cento (1,733 piscinas olímpicas) e o institucional é pouco mais de seis por cento (1.288 piscinas).”
Ainda no mesmo artigo será incluído uma clarificação relativa ao artigo desta semana. É que o esclarecimento dos Serviços de Saúde chegou tarde e em língua alienígena, pelo que teve de ser traduzido para ser inteligível! “Pelo sucedido aproveito agora para a referir. O CDC (sigla inglesa), numa mensagem completamente redigida em inglês e não numa das línguas oficiais de Macau refuta todas as informações avançadas, adiantando que em Macau os Serviços de Saúde utilizam aparelhos autorizados e que são qualificados pelo US FDA (autoridade americana) como sendo "Class II General Hospital and Personal Use Devices". Pelo que, e cito na íntegra e na língua original: “The Health Bureau uses products for measurement of human body temperature according to manufacturer's instruction, and the practice has been completely safe and satisfactory for years.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Esta semana falo-vos das pistolas de medição de temperatura. A polémica está instalada desde os tempos da SARs e agora tornou-se, mais uma vez, actual. Falei com alguns especialistas e fabricantes destes aparelhos e, unanimemente, afirmam que, apesar de não serem, directamente, perigosas para a saúde, há que ter cuidados na sua utilização. Sendo que o problema maior que apresentam é mesmo a falta de fiabilidade. “Não são desenhados para medir temperatura humana.” Estes aparelhos são feitos para medir temperaturas de superfície não a temperatura corporal, pelo que se tal for feito os valores obtidos são sempre inferiores à temperatura real, explicou este especialista da 3M ao O Clarim.
Para ler na totalidade na próxima sexta-feira.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na próxima sexta-feira n’O Clarim vai ler-se um texto onde se aborda um evento cultural de Macau. Uma festa que, de ano para ano, tem vindo a ocupar cada vez mais um lugar de relevo no panorama cultural do território. A sua envergadura é tanta que o local onde se realiza está a tornar-se exíguo, havendo necessidade de encontrar uma solução que seja, ao mesmo tempo, digna e apropriada. “A Doca dos Pescadores, espaço nobre e que tem todas as condições para acolher eventos de grande envergadura, seria uma óptima opção. Claro que, sendo este um espaço privado, é necessário proceder a negociação com quem o administra.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na próxima sexta-feira n’O Clarim podem ler um artigo sobre o assunto do momento. A Gripe A chegou, finalmente, a este artigo. O que me levou a escrever foi algo que vi no aeroporto internacional e a paranóia que se vive em Macau… “(…) Entraram na zona onde as pessoas esperam por quem chega e dirigiram-se à zona de desembarque, saindo pouco depois com um indivíduo com bata descartável e máscara. Passaram pelo mesmo caminho que tinham tomado para entrar, ou seja, pelo meio de todos quantos se encontravam na zona de chegadas! No caso do indivíduo estar infectado é certo que todas as pessoas no terminal de chegadas correm o risco de estar infectadas!
Com toda a promoção e alguma paranóia que se vê em muitos serviços públicos não se entende que os principais responsáveis pelo controle da epidemia actuem desta forma!
Aqui ao lado em Hong Kong, onde já existem casos confirmados há vários dias, o nível seis está em vigor há mais tempo. Mas, por incrível que pareça, as pessoas não parecem muito preocupadas. Apesar de na comunicação social “pintarem” a situação como de caos total e fazerem parecer que as pessoas andam todas paranóicas com a situação, a realidade é que na antiga colónia britânica os habitantes parecem bem mais descontraídos do que em Macau quando se fala da gripe A! (…)
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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na próxima sexta-feira n’O Clarim podem ler um artigo sobre pedintes e mendigos em Macau e a obrigação do Governo em tomar conta destas situações e dar condições de vida a estas pessoas. Afinal todos pagamos impostos para esse efeito.
Os casos de mendigagem acontecem em Macau cada vez mais frequentemente e, apesar de “(…) Não se quer aqui culpabilizar ninguém, nem tal está em questão quando se trata do bem-estar de um ser humano. O que está aqui em causa é que esta pessoa, incapaz psicologicamente como todos podem constatar, deve ser tomada sob a alçada da responsabilidade do Governo. Deve ser o IAS a tomar a iniciativa de o recolher, o internar e dele tratar, dando-lhe o carinho, conforto e atenção que necessita e merece nos últimos anos de vida.
Só com dignidade, conforto e carinho posso conceber os últimos anos de um idoso.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Um cheirinho do meu artigo

Na próxima edição d’O Clarim vai ser possível ler um artigo sobre as Obras Públicas e a sua preocupação, finalmente, com a situação que se passa em Coloane em relação às obras ilegais. Fala-se também da situação que se vive em toda a cidade e adianta-se uma das muitas soluções que se podem aplicar, caso haja, realmente, vontade de resolver o problema e dar-nos uma cidade limpa e aprazível do ponto de vista visual… "(…) Uma boa moeda de troca, para muitos dos prédios antigos, seria efectuar a renovação do edifício e seus equipamentos, desde que os proprietários acedessem à remoção das grades que poluem as fachadas dos prédios.
Outra das medidas que as Obras Públicos poderiam aproveitar para meter em prática prende-se com a demolição dos andares ilegais nos prédios de quatro andares transformados em cinco, à custa do terraço que é propriedade de todos os condóminos. Aliás, esta é uma das violações mais comuns nas construções em Macau, mas a DSSOPT parece não importar-se com tal. Que eu tenha conhecimento nunca houve um destes andares demolido por intervenção das autoridades. (…)
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NaE's kitchen A Cozinha da NaE

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