Como blog estaremos aqui para escrever as nossas opiniões, observações e para que quem nos visite deixe também as suas. Tentaremos, dentro das possibilidades, manter este local actualizado com o que vai acontecendo à nossa volta em Macau e um pouco em todo o lado...
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Cozinha da NaE volta a publicar

Boas tardes a todos.

Gostaria de vos informar, especialmente aos que vivem em Macau (porque podem aceder a um dos ingredientes mais facilmente) que a Cozinha da NaE voltou a publicar uma receita.

Vejam, experimentem e comentem…

http://naeskitchen.blogspot.com/2011/01/fried-rice-with-chinese-bbq-duck-arroz.html

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

NYT destaca Centro Champalimaud

É uma pena que tenhamos de saber destas notícias pela imprensa internacional. Nem mesmo o que é feito dentro de fronteiras é do conhecimento do público português.
O maior investimento privado alguma vez feito em Portugal na área da pesquisa médica, e um dos maiores da Europa, vai abrir em Lisboa e ninguém sabe dos pormenores, foi preciso o New York Times publicar um artigo a elogiar o feito.
O artigo no Jornal de Notícias a citar a publicação americana, hoje dia 13, e aqui o artigo original em inglês na edição do NYT da passada Quarta-feira.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A cozinha da NaE com mais receitas

Para quem não tem acompanhado assiduamente o blog da NaE, quero-vos dizer que ela tem publicado, quase diariamente, novas receitas de comida tailandesa (em tailandês, inglês e português).
O número de visitantes tem subido de dia para dia, assim como o número de fans na página no Facebook (actualmente conta já com 223).
Deixo agora uma lista, para quem tem andado mais ocupado, das receitas publicadas desde a última referência no PubEd (26 de Abril de 2010).

No dia 27 de Abril - Sopa de massa com carne de vaca
No dia 28 de Abril - Salada de espinaça de água frita
No dia 29 de Abril - Peixe frito com molho doce
No dia 30 de Abril - Batido de morango e laranja
No dia 3 de Maio - Abóbora frita com ovo
No dia 4 de Maio - Biscoitos de duplo chocolate com pepitas
No dia 5 de Maio –Pato assado com caril vermelho
No dia 6 de Maio - Gambas cozidas com molho de marisco
No dia 7 de Maio - Galinha com molho em arroz (Khao Na Gai)
No dia 10 de Maio - Espinaça d’água frita com pasta de soja
No dia 11 de Maio - Amêijoas com pasta de piripíri
No dia 12 de Maio - Esparguete com carapau seco e couve chinesa
No dia 13 de Maio - Fruto de palmeira com calda


Visitem, comentem e, se tiverem dúvidas acerca das receitas ou dificuldades em encontrar alguns dos ingredientes perguntem que a Nae aconselhará substitutos.

sábado, 8 de maio de 2010

Casa para venda

Casa para venda, na Estrada Nacional 109, em Mira, distrito de Coimbra.
Ajudem a divulgar, por favor.
Para mais informação contactar o número na imagem e ver os detalhes


Bombas de Gasolina para venda


Posto de abastecimento da GALP para venda, por motivos de reforma, na zona de Mira, Coimbra.
Localizado entre Mira e Tocha, na Estrada Nacional 109.
Ajudem a divulgar, por favor.
Para mais informação contactar o número na imagem.


terça-feira, 23 de março de 2010

Novas receitas... comentem e experimentem...

A Cozinha da NaE tem mais umas receitas de deixar agua na boca… A mais recente, de uma sopa de coco com massa, à moda do Norte, é de morrer por mais… Não será das mais fáceis, nem terá os condimentos mais fáceis de encontrar no estrangeiro, mas vale a pena tentar mesmo que tenham de fazer algumas adaptações. O essencial é mesmo o sabor do coco da sopa e isso resolve-se com leite de coco em lata que se encontra em qualquer supermercado.Outra receita, essa fácil de fazer e que deixará muita gente espantada com a semelhança com um prato caseiro português, é a “Sopa da Mãe”. Experimentem e vejam como diferentes temperos e especiarias acabam por dar o mesmo sabor a que estão acostumados a milhares de quilómetros de distância!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O BNU continua a brincar!

O BNU Macau voltou à carga para justificar o injustificável! Telefonaram, como prometeram, para dizer que o Windows, versão inglesa, já estava na empresa que fornece os computadores, para ir eu levantar o meu, se ainda estivesse interessado.
As mesmas condições! Levanto uma versão chinesa, trago para casa, formato o disco e instalo a versão inglesa!
Serei eu, para o BNU, um especialista informático? Até poderei ser, e o BNU nada tem a ver com isso. Porque, quando o faço, faço-o de consciência e a saber que perco todas as garantias de marca! Se bem que o BNU diga que não.
Esta “birra” prende-se não comigo, que nem preciso do dito computador, mas com os milhares de clientes, não chineses, que o banco português tem e que estão a ser, completamente, desrespeitados e ninguém, dentro da instituição, liga nenhuma!!!
Que pouca vergonha!
Será que fosse pedir muito que houvesse versão chinesa e versão inglesa do computador para entrega aos clientes?

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Vírgina Trigo e Hu Jintao

O Jornal de Negócios publicou, como é usual às terças-feiras, a coluna da nossa conhecida Vírgina Trigo. Desta vez abordou a não ida a Portugal do presidente chinês e o significado desse cancelamento.
Ao contrário do que muitos pensam, a desistência da visita a Portugal só tem aspectos positivos segundo a antiga presidente do Instituto de Formação Turística de Macau e que agora é docente do ISCTE.
Vejam na íntegra a coluna do Jornal de Negócios publicada a 14 Julho de 2009 em Portugal.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Morreu Manuel Carrascalão

Digam o que disserem, Manuel Carrascalão para mim foi, e será sempre, um dos maiores heróis da resistência timorense. Figura polémica pelas posições que tomou relativamente aos invasores indonésios foi muitas vezes mal interpretado. A verdade é que Timor Leste muito lhe deve, assim como a todos os elementos da sua família, uma das mais influentes antes e depois da independência.
O político morreu, este sábado, aos 78 anos num hospital em Díli, vítima de complicações de saúde na sequência de uma embolia cerebral. À Lusa, a sua irmã Gabriela dizia “o meu irmão morreu hoje cerca das 14h30 de Lisboa no hospital Guido Valadares, em Díli, rodeado de familiares e amigos”. Gabriela Carrascalão, assessora de um ministro timorense, estava em Portugal na altura, tendo já regressado a Timor.
O mais velho da família Carrascalão foi uma das principais figuras associadas ao processo de consulta popular em 30 de Agosto 1999, que conduziu o território à independência, após 27 anos de ocupação indonésia. Processo que lhe havia de levar o filho mais novo, Manelito, massacrado pelas milícias na sua casa onde se refugiavam centenas de pessoas fugidas da violência.
Manuel Carrascalão, figura carismática com uma barba peculiar que lhe dava um ar austero mas que era de trato muito afável e simples, destacou-se ainda no tempo da ocupação indonésia por desafiar o regime imposto por Jacarta, fundando um movimento unitário de resistência (MURPTL) que congregou a quase totalidade das forças políticas que se opunham à anexação do território.
Após o fim da ocupação indonésia, em Novembro de 1999, foi eleito presidente do Conselho Nacional, um órgão consultivo criado pela administração da ONU em Timor-Leste e extinto antes das eleições constituintes.
As cerimónias fúnebres só se realizam depois de toda a família se reunir em Timor. Manuel Carrascalão tem filhos a viver em Cabo Verde e nos Estados Unidos da América.
Outro dos irmãos, João Carrascalão, que é presidente do Comité Olímpico de Timor-Leste, estava em Lisboa a acompanhar a comitiva timorense a participar na segunda edição dos Jogos da Lusofonia.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Jantarada para todos...Hoje em Mafra...

!!!A NÃO ESQUECER!!!
Realiza-se hoje o fausto jantar que anunciei no dia 19 de Março.
No post Jantarada para todos que agora aqui transcrevo.

“Reparem no email que me chegou…
A ser verdade, gostaria de saber quem irá pagar tamanha conta. Os contribuintes em Portugal ou as verbas idas de Macau para a FJA ou FO?
Ou será que terão de “Going Dutch!")

Caros amigos:
Os Ex-Governadores de Macau vão estar presentes num almoço para o qual convidam todos os ex-residentes em Macau, ou que trabalharam em Macau ou que nasceram em Macau, a realizar no próximo dia 27 de Junho de 2009, a propósito dos 10 anos que passaram sobre a Transição da Soberania para a RPC.
Para pormenores da organização, muito agradecíamos que tivessem a gentileza de enviar os vossos contactos contactos (residência, telefone e correio electónico), no caso de agendarem positivamente o evento na data acima indicada, para os emails rss@jorgealvares.com ou mailto:oufundacao@jorgealvares.com ou fmacau@netcabo.pt ou ainda para o endereço do remetente.
Com amizade
Manuel Gameiro
(TLM 91 724 11 10)

A ser verdade… até teria a sua nobreza. Afinal Portugal lembrar-se-ia de Macau!”

Vejam o link.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Universidade vai para a Montanha (oficial)

A RAEM vai arrendar terrenos da Ilha da Montanha para instalar o novo campus da Universida de Macau.
O mais alto órgão legislativo da China deliberou ontem que dava autorização a Macau para arrendar 1,1 quilómetros quadrados de terreno na ilha da Montanha pelo período de 40 anos.
A proposta, submetida na nona sessão do Comité Permanente da 11° Congresso Nacional Popular, servia para ratificar a autorização da passagem da administração desse terreno da ilha da Montanha para a jurisdição de Macau, para que aí seja instalado o campus da Universidade de Macau.
O novo campus estará sob a administração do Governo da RAEM e acessível somente pelo lado de Macau através de uma ligação especial que será construída entre o território e esse terreno na ilha da Montanha.
O acesso ao terreno arrendado não dará para visitar outras partes da ilha da Montanha.

Liu Xiaobo acusado formalmente

Um dos mais mediáticos dissidentes chineses, Liu Xiaobo, foi acusado oficialmente de incitação à subversão, depois de ter sido detido no ano passado por promover uma petição para por termo ao sistema de partido único.
Esta acusação formal é mais um passo rumo ao desfecho do julgamento e um duro golpe nas esperanças das organizações de defesa dos Direitos Humanos, que ainda esperavam que Liu Xiaobo fosse libertado depois de passada a data dos 20 anos dos Incidentes de Tianamen.
A agência Xinhua publicou há pouco uma informação onde se lia que os juízes aprovaram a prisão de Liu ontem em Pequim sob a acusação de “alegadamente incentivar actividades que incentivavam a subversão e o derrube do sistema socialista”
Se for julgado culpado, o dissidente de 53 anos pode passar, no máximo, 15 anos na prisão, segundo o advogado Mo Shaoping que foi impedido de o defender porque também tinha assinado a petição lançada por Liu.
De acordo com a Xinhua Liu “confessou as acusações nas investigações preliminares da polícia”.

Leiam mais no The Star Online

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Sócrates errou...

O primeiro-ministro, em entrevista à Sic e SicNotícias, disse que o governo errou e precisa de novo fôlego depois das eleições europeias.
Leiam a entrevista na imprensa diária e tirem as vossas ilações…
Para mim a falta de fôlego não é por causa da política mas sim pela indumentária da entrevistadora, Ana Lourenço
Vejam o vídeo e olhem para o olhos do Sócrates!

"Sala" para Lisboa

A pouco mais de um ano das comemorações dos cinco séculos de contactos luso-siameses, o Governo de Banguecoque decidiu oferecer a Portugal uma “sala”. De acordo com notícia do Diário de Notícias de terça-feira “A oferta de um pavilhão, a construir à beira-Tejo, em Lisboa, entre Alcântara e Belém, representa uma forma de evocar os 500 anos do primeiro encontro entre portugueses e tailandeses, que se assinalará em 2011. O pavilhão, feito de madeira de teca, será construído em Banguecoque, transportado por barco até Portugal e aí levantado no local entretanto sugerido pela Câmara de Lisboa.”
Ainda segundo o DN “será uma estrutura de 5,2 metros de frente e lado por 6,8 de altura, aberta, cruzando a arquitectura tailandesa com elementos portugueses, nomeadamente formas que uma das arquitectas responsáveis pelo projecto escolheu depois de conhecer o Mosteiro dos Jerónimos. Usando uma palavra que chegou à Tailândia com os portugueses, os responsáveis pelo projecto chamam-lhe uma "sala", descrevendo-o como um espaço para ser vivido por todos.”

Ver o artigo de Nuno Galopim no DN.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

O que se falou no G20

No passado mês de Abril 20 países reuniram-se em Londres para definir a estratégia para enfrentar a crise económica mundial. Entre os países estava a China que, como todos esperavam, tomou a dianteira na estratégia. Aliás, muitos países dependiam da China, nomeadamente os Estados Unidos da América, para sair da crise.
Muito se falou dessa cimeira dos G20 mas pouco transpirou para o exterior.
Para se ter uma ideia do que se falou deixo-vos aqui o texto integral da intervenção do Presidente chinês no encontro.
Hu Jintao aborda temas bastante sensíveis e toca em pontos que muitos dos países ocidentais gostariam de ver deixados em paz!
A ler…
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Discurso do Presidente Hu Jintao na 2.ª Cimeira Finaceira do Grupo dos 20 (texto integral) 
Trabalhar em conjunto para nos ajudarmos uns aos outros
Discurso do Presidente da República Popular da China, Hu Jintao na 2.ª Cimeira Finaceira do Grupo dos 20
Londres, Reino Unido, aos 2 de Abril de 2009


Exmo. Sr. Primeiro-Ministro Gordon Brown
Caros colegas

É com muito prazer que, na nesta época primaveril em que as flores desabrocham, estou aqui em Londres para discutir com todos os colegas soluções para a crise financeira internacional e a recuperação do crescimento económico mundial. Antes de tudo, gostaria de dirigir as minhas palavras de agradecimento ao Sr. Primeiro-Ministro Gordon Brown pela gentileza do convite e pela hospitalidade que me oferece.
Há mais de quatro meses, na Cimeira de Washington sobre o mercado financeiro e economia mundial em que estivémos presentes, chegámos a uma série de consensos sobre a crise financeira internacional, reforço do controlo financeiro e promoção da reforma do sistema financeiro internacional. Desde então, muitos países lançaram políticas e medidas para estabilizar o sector financeiro e estimular a economia interna, os resultados começam agora a ser visíveis. Estão em curso trabalhos preparativos para a reforma do sistema financeiro internacional. Actualmente, a crise financeira internacional está ainda em crescimento e aprofundamento, o impacto causado à economia real torna-se cada vez mais evidente. A situação económica e financeira do mundo continua a ser complicada e severa. Muitos países afundaram-se em recessão económica e confrontam-se agora com o grande desafio de manter a estabilidade social.
Actualmente, a tarefa mais premente é fazer todos os esforços para recuperar o crescimento económico mundial e prevenir uma grave recessão; opor-se a todas as formas de proteccionismo e manter um ambiente aberto e livre para o comércio e investimento; acelerar as reformas e reconstruir a ordem financeira mundial. Devemos implementar o consenso a que se chegou, aumentar a confiança, tomar medidas mais eficazes, alargar a cooperação, realizar reformas mais justas e lutar por obter resultados concretos.
1. Reforçar ainda mais a confiança. Depois de um desenvolvimento prolongado, a economia mundial dispõe de uma base material e tecnológica sólida, possuimos, pois, condições para fazer face à crise financeira internacional. Os “instrumentos de macro-controlo” à nossa disposição já deram provas de que são eficazes, possuimos, pois, meios políticos para fazer face à crise financeira internacional. A comunidade internacional prontifica-se a intensificar a coordenação e cooperação, pelo que demonstra que temos uma vontade comum de fazer face à crise. Basta-nos para tal ter uma firme confiança e fazer esforços comuns para ultrapassar as dificuldades, atingindo o objectivo conjunto.
2. Intensificar ainda mais a cooperação. A crise financeira internacional ocorre quando a globalização económica se encontra desenvolvida e a interdependência entre os países tende a ser cada vez mais estreita, pelo que, nenhum país pode estar imune à situação, sendo a cooperação a opção correcta. Devemos ter um entendimento claro da situação, reforçar a comunicação, prestar apoio mútuo, superar as dificuldades actuais mediante esforços concertados. É essencial que a nossa política macroeconómica seja consistente, oportuna e perspectivada para o futuro. O G-20 proporciona uma plataforma importante e eficaz para esforços internacionais concertados para enfrentar a crise económica e financeira internacional. Devemos fazer avançar a cooperação, acelerar o reajustamento estrutural, estabilizar o mercado, promover o crescimento, aumentar o emprego, melhorar a subsistência das populações bem como minimizar com todos os meios possíveis o impacto da crise na economia real. Devemos desenvolver cooperação no comércio, investimento e outras áreas da economia real e lançar fundações sólidas para a recuperação do crescimento económico. Devemos reforçar a cooperação no financiamento do comércio e aumentar, em particular, a força de financiamento nos países em desenvolvimento. Devemos promover a cooperação entre as pequenas e médias empresas e ajudá-las a ultrapassar as dificuldades o mais rápido possível. Devemos dar um impulso à cooperação nas novas indústrias, particularmente na conservação de energia, controlo da poluição, protecção ambiental e novas energias, cultivando de forma activa um novo pólo de crescimento da economia mundial. Devemos reforçar a cooperação internacional nas ciências e tecnologia, cujo progresso servirá como motor de crescimento económico.
3. Fazer avançar a reforma. Devemos intensificar os esforços em implementar o importante consenso alcançado na Cimeira de Washington e continuar a trabalhar para uma ordem financeira internacional justa, imparcial, inclusiva e bem gerida, sob o princípio da compreensividade, equilíbrio, incremento progressivo e eficiência. Para tal, é necessário fazer esforços nos seguintes aspectos: 1) Reforçar a cooperação na fiscalização financeira, elaborar, com a maior brevidade possível, os padrões e normas de fiscalização financeira aceites universalmente, melhorar o código de conduta e regime de fiscalização relativas às agências de notação de risco, estabelecer um mecanismo de alerta antecipado que abranja todo o mundo, particularmente os principais centros financeiros internacionais, para aumentar a capacidade de resposta. 2) As instituições financeiras internacionais devem prestar mais assistência aos países em desenvolvimento. As instituições financeiras internacionais e regionais devem expandir de forma activa os seus canais de financiamento e mobilizar recursos por vários meios. A China apoia o aumento de capitais do Fundo Monetário Internacional e está disposta a abordar com todas as partes e dar o seu contributo. Entretanto, consideramos que a injecção de capitais deve ter em conta o equilíbrio entre os direitos e deveres e deve ser feita mediante a combinação da contribuição baseada na quota com a contribuição voluntária. Os novos recursos deverão ser utilizados preferencialmente nos país menos desenvolvidos. É necessário criar um mecanismo de socorro financeiro internacional efectivo de resposta rápida, aplicando-se aos países devedores padrões de avaliação objectivos, científicos e abrangentes. 3) O Fórum de Estabilidade Financeira deve desempenhar um papel mais importante. Com o sucesso no aumento recente do número dos membros, o Fórum deve racionalizar o mais rápido possível o seu mecanismo, elaborar planos, dar início aos trabalhos e estabilizar atempadamente os mercados financeiros; apresentar mais propostas para a supervisão financeira e reforçar a coordenação com outras instituições financeiras internacionais, no sentido de obter, com a maior brevidade possível, progressos na reforma do sistema financeiro internacional. 4) O Fundo Monetário Internacional deve reforçar e melhorar a supervisão sobre as políticas macroeconómicas de todas as partes, particularmente as das economias de emissão das principais moedas de reserva, com ênfase nas suas políticas de emissão de moedas. 5) Melhorar a estrutura governativa do Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial e aumentar a representatividade e a voz dos países em desenvolvimento. 6) Melhorar o sistema monetário internacional, aperfeiçoar o mecanismo de regulação da emissão de moedas de reserva, manter a estabilidade das taxas de câmbio das principais moedas de reserva, promover a diversificação e racionalização do sistema monetário internacional. Para a fase seguinte devemos elaborar um calendário e mapa do itinerário praticáveis com base nas consultas e proceder a avanços sólidos em várias reformas, no sentido de criar um ambiente institucional favorável ao desenvolvimento saudável da economia mundial.
4. Opor-se ainda mais ao proteccionismo. Nos últimos tempos, o proteccionismo do comércio e outras formas de proteccionismo têm surgido com mais evidência, o que não corresponde ao consenso alcançado na Cimeira de Washington quanto à recusa do proteccionismo e prevenção da sua introversão nas nossas políticas. O proteccionismo foi prevalecente durante a Grande Depressão do final dos anos 20 e anos 30 do século passado, mas só acarretou consequências graves. As lições da história devem ser aprendidas. Nenhum país ou território deve recorrer ao proteccionismo sob pretexto de estimular a economia. Devemos opor-nos conjuntamente às práticas discriminatórias contra os trabalhadores estrangeiros sob pretexto de proteger os empregos domésticos. Devemos trabalhar todos pela oposição ao proteccionismo do comércio de diversas formas e recursar todas as tentativas de elevar o limiar de acesso ao mercado sob vários pretextos e todas as formas de proteccionismo de investimento que prejudiquem os interesses dos outros países. Devemos opor-nos ao abuso de medidas recurso do comércio. Esperamos que os respectivos países possam reduzir as suas restrições injustas nas exportações dos países em desenvolvimento e aumentar o comércio com os mesmos. As negociações da ronda de Doha são cruciais para a liberalização do comércio global. Devemos fazer cumprir o consenso de Julho de 2008 e continuar a avançar com base no quadro existente e promover as negociações com vista a obter, o mais cedo possível, resultados abrangentes e equilibrados.
5. Apoiar ainda mais os países em vias de desenvolvimento. Alguns países em vias de desenvolvimento estão agora a sofrer tumultos sociais e políticos devido à deterioração das condições económicas e financeiras, o que deve merecer a nossa atenção. A crise financeira internacional causou grandes dificuldades para todos os países, mas não podemos interromper por esta razão o processo para atingir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio das Nações Unidas. Continuamos a fazer avançar o processo porque tal é também favorável para a recuperação do crescimento económico mundial. Mais uma vez apelo à comunidade internacional para prestar maior atenção e minimizar os danos da crise financeira nos países em vias de desenvolvimento, particularmente os países menos desenvolvidos. A comunidade internacional, especialmente os países desenvolvidos, devem assumir as devidas responsabilidades e obrigações, continuando a cumprir os seus compromissos de ajuda e redução das dívidas, tomar medidas concretas para manter e aumentar a assistência aos países em vias de desenvolvimento, ajudá-los a salvaguardar a estabilidade financeira e promover o crescimento económico, prestar auxílio a estes países, especialmente os países africanos, para superarem as dificuldades e melhorarem o ambiente exterior para o desenvolvimento.
Caros colegas,
A crise finaceira internacional trouxe à China dificuldades e desafios sem precedentes, entre os quais se destacam o aumento da pressão do declínio económico, queda contínua nas importações e exportações, abrandamento da produção industrial, dificuldades de exercício que se registam em algumas empresas e aumento das dificuldades na obtenção de emprego. Esta crise coincide com o momento crucial em que a China se esforça por transformar o modelo de crescimento e ajustar a estrutura económica. Os novos desafios, aliados aos problemas existentes, agravaram as dificuldades em resolver os nossos problemas.
Para fazer face ao impacto da crise financeira internacional, manter um crescimento económico estável e relativamente rápido, a China procedeu ao ajustamento das suas políticas macroeconómicas, adoptou resolutamente uma política fiscal proactiva e uma política monetária moderada e formulou um pacote de planos para desenvolver a procura doméstica e promover o crescimento económico. Aumentámos as despesas públicas, introduzimos um plano bienal de investimento num valor total de quatro triliões de renminbi e levámos a efeito a redução estrutural de impostos. Baixámos várias vezes as taxas de juros e aumentámos a fluidez do sistema bancário. Implementámos em grande escala planos de restruturação e recuperação industrial e promovemos inovações científicas e optimização tecnológica. Trabalhámos intensamente para conservar energia, reduzir a poluição e proteger o eco-ambiente. Fizémos esforços para ajustar a distribuição das receitas nacionais e trabalhámos energeticamente para expandir os mercados domésticos, especialmente os mercados rurais. Elevámos significativamente o nível da segurança social. Estas medidas estão a produzir resultados positivos, incluindo a procura forte do consumo doméstico, procura de investimento que tende a crescer gradualmente e uma situação social estável. Isto mostra que a linha de pensamento da China na resposta à crise financeira é pragmático e as políticas são activas e eficazes. As medidas adoptadas pela China terão um impacto positivo não só na nossa economia como também na economia da Região e até de todo o mundo.
Apesar do impacto adverso da crise financeira internacional que continua a ser sentido na economia real da China, nem os aspectos fundamentais nem a tendência positiva de longo termo da economia chinesa registam alterações radicais enquanto a fundação em que se sustenta o crescimento económico rápido se mantém sólida. Mercê do desenvolvimento contínuo e rápido ao longo de 30 anos de reformas e abertura, a China acumulou uma fundação material bastante forte, para além de ter um ambiente institucional melhorado. Há ainda uma grande margem para o desenvolvimento de infra-estruturas, optimização das indústrias, avanços e inovações científicas e tecnológicas, protecção ambiental, gastos dos consumidores e programas sociais. A China tem grandes potencialidades na procura doméstica, ricos recursos humanos, sistema financeiro genericamente saudável e margem adequada para ajustamento da política macroeconómica. A China esforça-se por transformar a pressão em força motriz e os desafios em oportunidades, minimizar o impacto da crise financeira internacional e manter estável e relativamente rápido o crescimento económico.
Face ao impacto da crise financeira internacional, vamos continuar a seguir a política básica do Estado de abertura e prosseguir a estratégia de benefício mútuo da abertura ao mundo exterior. Acreditamos que a China com maior dinâmica e abertura estará numa posição favorável não só para manter estável e relativamente rápido o crescimento económico doméstico, como também para contribuir para a comunidade internacional no combate comum à crise financeira e promover a paz e desenvolvimento mundial.
Caros colegas,
Como membro responsável da comunidade internacional, a China nunca deixou de se envolver no combate à crise financeira internacional.
Apesar das grandes dificuldades, a China tem mantido o câmbio do renminbi estável.
A China tomou parte activa no Programa de Financiamento do Comércio Global da International Finance Corporation e decidiu disponibilizar 1500 milhões de dólares americanos como primeira tranche do seu apoio financeiro ao Programa. Apoiamos os bancos de desenvolvimento regionais para prestarem serviços de financiamento e continuamos a coordenar com as instituições financeiras internacionais e os respectivos países, para reforçar a cooperação multilateral, regional e bilateral no financiamento do comércio.
A China fez o melhor possível para prestar apoio e assistência aos outros países e assinou protocolos bilaterais de swaps de moeda com os países e regiões num valor total de 65 mil milhões de renmibi. Estamos prontos a celebrar mais protocolos semelhantes sempre que as circunstâncias assim o exijam. Participamos activamente na constituição do arranjo auto-administrado de compartilhamento de reservas no quadro da Iniciativa de Multilateralização de Chiang Mai com vista a salvaguardar a estabilidade económica e financeira na região em que nos inseremos e promover a cooperação financeira e o desenvolvimento do comércio da Região.
O facto da China ter enviado missões de compras para o exterior mostra que insiste na política de abertura e toma uma atitude firme na promoção da recuperação do crescimento económico mundial.
A China compromete-se inequivocamente a implementar as medidas de assistência anunciadas na Cimeira de Beijing do Fórum para Cooperação China-África. Vamos continuar a aumentar, dentro das nossas possibilidades, a ajuda para a África, reduzir ou isentar as dívidas que os países africanos contraíram, alargar o comércio com países africanos e aumentar o investimento naquela região bem como reforçar a cooperação. No quadro da cooperação Sul-Sul, a China vai continuar a prestar assistência, dentro das suas possibilidades, aos outros países em vias de desenvolvimento, incluindo ajuda gratuita, redução ou isenção de dívidas e ajuda à promoção do comércio.
A China vai continuar a trabalhar com a comunidade internacional para reforçar a coordenação da política macroeconómica, promover a reforma do sistema financeiro internacional, manter a estabilidade do sistema do comércio multilateral e dar o seu contributo para a recuperação do crescimento económico mundial.
Caros colegas,
Depois do Inverno vem a Primavera, período de renovação. Desde que estabeleçamos confiança e trabalhemos em conjunto, seremos capazes de superar os desafios desta crise financeira internacional, criando um melhor futuro.
Obrigado a todos.

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Novo Terreiro do Paço



Os carros vão “desaparecer” do Terreiro do Paço. O novo projecto de requalificação vai reduzir a circulação automóvel que actualmente é de 40 por cento, mas vai passar a ser de 11 por cento, segundo o projecto apresentado esta sexta-feira pelo arquitecto responsável. “Quarenta por cento da área da praça é destinada à circulação automóvel. O objectivo é reduzir drasticamente esta opção”, assumiu, à agência Lusa, o arquitecto Bruno Soares, referindo que o tráfego não deverá tomar mais do que 11 por cento do espaço.
Esta concepção de mobilidade no Terreiro do Paço vai ao encontro do plano elaborado pela autarquia lisboeta e que foi recentemente submetido a discussão pública. A placa central do Terreiro do Paço será alargada, as vias laterais serão interditas ao trânsito, os passeios junto às arcadas alargados e o pavimento assumirá um tom amarelado.
O trânsito frente ao rio far-se-á apenas com uma faixa de rodagem e na rua paralela ao arco da Rua Augusta será reservado a transportes públicos, mantendo-se as paragens de eléctrico existentes.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

David Carradine morreu

O actor americano, conhecido pelo seu papel na série Kung Fu, e mais recentemente no filme Kill Bill, morreu em Banguecoque. A polícia diz que se enforcou no quarto do hotel, os seus representantes dizem não acreditar na versão da polícia porque, Segundo defendem, David Carradine, adorava viver…

terça-feira, 19 de maio de 2009

Vietname quer proibir dança nos KTV

O governo vietnamita quer proibir a dança nos karaokes! De acordo com uma nota do Ministro da Cultura, Desporto e Turismo, proibir dançar em karaokes vai contribuir para resolver o problema da droga na capital do país. Esta, de acordo com uma notícia vinda público no Channel NewsAsia é a última das iniciativas do Governo para tentar acabar com o estado de “fora-da-lei” que reina no negócio dos karaokes.
Esta medida, anunciada no website do ministério, está em consulta pública. No entanto, muitos dos empresários da noite de Ho Chi Minh consideram que terá poucas hipóteses de avançar para ter força de lei.
O ministério, através do responsável pelo departamento jurídico vê o problema doutra forma. Le Anh Tuyen considera que drogas como o ecstasy continuarão a ser usadas em karaokes se a dança não for proibida. Segundo este responsável comunista, “esta droga combina com álcool e musica e frequentar karaokes é uma actividade cultura sempre identificada com demónios sociais”.
Vejam o link do Channel NewsAsia para todos os pormenores…

Se a moda pega em Macau… lá se acaba o ecstasy também nos ktv

Cartão Europeu de Saúde




INFORMAÇÃO DA DECO

Antes de viajar para a Europa, dirija-se à segurança social e peça o cartão de seguro de doença gratuito. Se precisar de assistência, tem os mesmos direitos dos cidadãos desse país.
A Comissão Europeia criou o cartão europeu de seguro de doença (CESD), que substitui eventuais documentos para aceder a cuidados de saúde, em particular o modelo E-111.
Em Portugal, desde 28 de Fevereiro último, é possível pedir a sua emissão na instituição de previdência onde se encontra inscrito.
Também pode pedir o seu cartão na Loja do Cidadão.
Se viajar com a família, deverá pedir um cartão para cada elemento do agregado, pois este documento é individual. Convém fazê-lo uma ou duas semanas antes da viagem. Prevê-se que o cartão seja enviado para casa cinco dias após o pedido, mas podem ocorrer atrasos, sobretudo no Verão ou em épocas festivas, como o Natal, Carnaval e Páscoa.
Se os serviços não puderem enviá-lo a tempo, fornecem-lhe um certificado provisório.
O cartão dá acesso a tratamentos urgentes (como o modelo E-111) e a outros em consequência de um acidente, doença ou maternidade. Só não poderá utilizá-lo se for ao estrangeiro para obter um tratamento que, por limitações técnicas ou outras, é inviável em Portugal.
Munido deste cartão, tem acesso a cuidados médicos nas mesmas condições dos residentes do país onde se encontra. Ou seja, recebe cuidados gratuitos, paga eventuais taxas moderadoras ou outras despesas aí cobradas. Além dos viajantes, o cartão pode ser usado por quem residir temporariamente no estrangeiro (estudantes, por exemplo). Ainda não foi definido um prazo, mas, em princípio, o cartão será válido durante um ano. Trata-se de uma vantagem sobre o modelo E-111, cuja validade era limitada ao período de estada no estrangeiro.
Onde posso utilizar?
Em qualquer dos 25 países da União Europeia.
Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.
No Reino Unido, não tem de apresentar o cartão, bastando identificar-se com o B.I.
Se possível, refira que pretende tratamentos do Serviço Nacional de Saúde.
Mais informação em:
Tudo sobre o Cartão de Saúde Europeu
http://europa.eu.int/comm/employment_social/healthcard/index_en.htm
Base de Dados de instituições de Segurança Social
http://europa.eu.int/comm/employment_social/cld/public/findInstitution.do

sábado, 16 de maio de 2009

Acabou-se os blogs d'amigos

O meu blog não é local de alimentar polémicas e não servirá, certamente, para entrar em polémicas.
Claro é que, como sendo meu, entra e sai a informação que eu bem entender. Assim como os comentários. Como eu, outros fazem comentários, e a sua aprovação fica a cargo do administrador de cada local.
Quanto aos links, que ultimamente têm levantado tanta polémica porque estão uns e não outros. Aplica-se a mesma máxima, estão os que eu quero e não estou os que eu considero serem dispensáveis.
O que não quer dizer que, de tempos a tempos, uns entrem, saião e voltem a entrar. É esse o livre arbítrio de ser o signatário do blog.
Não é por mal que se meter ou retira ligações, é apenas uma questão temporal.
Para que não se firam susceptibilidade, a partir de agora, e por tempo indeterminado, deixa de existir lista de blogs amigos
Desde já as minhas desculpas a quem, porventura, se sinta atingido, especialmente os que me fizeram chegar missivas, algumas delas de carácter insultuoso e ameaçador!
João, Pedro, Toni, Pessaía, Bucas, Sião, PedroAlm, José, Pedrinha, Estilos e outros, já não têm que reclamar mais pois não haverá mais listas de blogs pública…
Quanto ao que me toca, tanto me faz que tenham o link do meu blog no vosso, ou que o citem. Tanto me faz como se me fez, como se diz lá para a minha terra.
Não entre na blogoesfera à espera de pagar favores ou de que me fizessem favores. Isto não passa de um veículo para passar informação e que o vê de forma diferente deveria, certamente, fazer algo de mais construtivo com a sua vidinha.

NaE's kitchen A Cozinha da NaE

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