Já hoje, segunda-feira, o GCS anuncia que nove casos já tiveram alta hospitalar. “Até à presente data, registaram-se 56 casos da Gripe A (H1N1), incluindo os 2 novos casos importados. Todos os 32 infectados actualmente sujeitos a tratamento no hospital apresentam bom estado clínico. Aliás, 9 doentes tiveram alta hospitalar, tendo sido bom o estado de saúde dos 124 indivíduos em observação médica no domicílio.”
Como blog estaremos aqui para escrever as nossas opiniões, observações e para que quem nos visite deixe também as suas. Tentaremos, dentro das possibilidades, manter este local actualizado com o que vai acontecendo à nossa volta em Macau e um pouco em todo o lado...
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Na sexta-feira havia 47 casos
Na sexta-feira o Gabinete de Comunicação Social anunciava que haviam “47 casos da Gripe A (H1N1), havendo 5 novos casos importados. Actualmente, 28 doentes estão a ser submetidos a tratamento médico no hospital e o seu estado de saúde é satisfatório, com excepção do trigésimo sétimo, trigésimo oitavo, quadragésimo segundo, quadragésimo terceiro e quadragésimo sexto a quadragésimo oitavo casos que ainda apresentam febre e sintomas gripais. Para além disso, 6 doentes tiveram alta, estando 172 indivíduos em observação médica nos seus próprios domicílios.”
O "storm surge"... outra vez...
Aquando da publicação em Boletim Oficial já aqui indicávamos as várias denominações que se podiam usar para “storm surge” em português. E, acreditem, não nos deu muito trabalho a encontrar, tanto em páginas do Brasil como de Portugal. Existem, pelo menos, dois termos.
O locutor dizia que António Vizeu dos Serviços Meteorológicos e Geofísicos procurou muito pelo termo mas não o conseguiu encontrar, pelo que ficou mesmo em inglês…
O locutor dizia que António Vizeu dos Serviços Meteorológicos e Geofísicos procurou muito pelo termo mas não o conseguiu encontrar, pelo que ficou mesmo em inglês…
Vejam este sítio de Portugal onde se explica, tecnicamente, e em português, o que é um “storm surge”.
Um cheirinho do meu artigo
Esta semana falo-vos das pistolas de medição de temperatura. A polémica está instalada desde os tempos da SARs e agora tornou-se, mais uma vez, actual. Falei com alguns especialistas e fabricantes destes aparelhos e, unanimemente, afirmam que, apesar de não serem, directamente, perigosas para a saúde, há que ter cuidados na sua utilização. Sendo que o problema maior que apresentam é mesmo a falta de fiabilidade. “Não são desenhados para medir temperatura humana.” Estes aparelhos são feitos para medir temperaturas de superfície não a temperatura corporal, pelo que se tal for feito os valores obtidos são sempre inferiores à temperatura real, explicou este especialista da 3M ao O Clarim.”
Para ler na totalidade na próxima sexta-feira.
Para ler na totalidade na próxima sexta-feira.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
A opção Doca dos Pescadores
A LOCALIZAÇÃO do evento que todos os anos comemora a cultura lusófona em Macau foi abordada recentemente, durante numa entrevista num programa radiofónico na Rádio Macau.Há vários anos que a escolha do local para levar a cabo tal iniciativa tem sido alvo de críticas por parte dos que nele, de algum modo, estão envolvidos. Reparos que chegam de quem activamente nele trabalha, de quem o visita e de quem colabora, abordando a falta de salubridade, o espaço exíguo e a higiene insuficiente, entre outros problemas que são apontados.
Num tom não crítico, mas sim de lançamento de novas ideias no programa da manhã da rádio local, falou-se da opção Doca dos Pescadores como sendo o local ideal para a organização do evento.
Confesso que a princípio fiquei surpreendido e nada receptivo à nova ideia. No entanto, depois de pensar melhor, reconheço que tem alguma razão de ser. Aliás, vim a descobrir que tal é defendido por uns quantos há já algum tempo, mas só agora foi tornado mais público.
A Doca dos Pescadores, espaço nobre e que tem todas as condições para acolher eventos de grande envergadura, seria, pois, uma óptima opção. Claro que, sendo este um espaço privado, é necessário proceder a negociação com quem o administra.
Conhecendo o seu proprietário, David Chow, e alguns dos seus colaboradores mais directos, penso até que a empresa que detém a Doca dos Pescadores se vai mostrar bastante receptiva à ideia. E aponto desde já duas razões para o sucesso da ideia: seria uma iniciativa que ajudaria a promover o local e a levar mais visitantes, algo que a Doca dos Pescadores necessita; o empresário David Chow é conhecido por estar sempre disponível para iniciativas de carácter lusófono, desde logo até por ser cônsul honorário de Cabo-verde em Macau.
Durante o referido programa radiofónico, em que a entrevistada era a artista plástica e poetisa de Moçambique Sónia Sultuane, tendo-se falado da semana cultural moçambicana, acabou por se falar também, ainda que marginalmente, de lusofonia. Foi aí que veio à conversa a natural necessidade de se encontrar um local mais adequado para a realização do certame, que todos os anos assinala a vivência de língua portuguesa em Macau.
A opção da Doca dos Pescadores, na qual eu nunca tinha pensado mas que subscrevo em toda a linha, apresenta-se como muito viável e seria uma forma do Governo promover um local que, manifestamente, precisa de ser dinamizado.
Esta estrutura privada tem todos os equipamentos necessários para um evento da envergadura da Festa da Lusofonia, além de ter espaço mais do que suficiente para um eventual aumento do número de visitantes, sem causar quaisquer transtornos. Seria uma forma de, indirectamente, o Governo promover e tornar aquele espaço mais dinâmico e atractivo para o turismo, dando mais condições a um dos eventos que, de ano para ano, se assume como um dos principais do cartaz cultural popular do território.
A organização da festa na Avenida da Praia, é verdade, tem fundamentos simbólicos, por esta zona ser de cariz manifestamente português; mas a dimensão do evento ganhou já tais proporções, que não se coaduna com sentimentalismos ligados à vivência portuguesa em Macau. Aliás, mudar o evento para um local com mais condições apenas o dignifica e lhe dá mais visibilidade. Que maior elogio se pode fazer a uma manifestação cultural, senão dar-lhe um palco maior?
As pessoas precisam de espaço para se sentirem confortáveis e em segurança e de um local que possa acolher ainda mais visitantes que o habitual. Ora a Doca dos Pescadores pode oferecer tudo isto sem quaisquer problemas.
No empreendimento há zonas, nomeadamente a zona de traça portuguesa, mas também de outros países de língua lusófona, que servem perfeitamente para receber a Lusofonia. Isto, para além do local em questão possuir todo o tipo de infra-estruturas de apoio necessárias a este tipo de evento, inclusive um anfiteatro que pode ser usado para concertos e outros espectáculos.
42 casos e contando...
Fazemos agora a actualização dos dados fornecidos pelo Gabinete de Comunicação Social. Em Macau registam-se já 42 casos de H1N1, sendo que dos novos, um é de transmissão local e sete são importados.
"Até à presente data, são 42 os casos da Gripe A (H1N1), dos quais 1 é um novo caso local e 7 são novos casos importados. Actualmente, 24 doentes com gripe A (H1N1) estão a ser submetidos a tratamento médico, dos quais os doentes do 36º a 41º casos confirmados ainda têm sintomas de febre e gripe, e o estado de saúde dos outros é satisfatório. Para além disso, 1 doente teve alta hospitalar, estando 120 indivíduos em observação médica nos seus próprios domicílios." (2 de Julho de 2009)
"Até à presente data, são 42 os casos da Gripe A (H1N1), dos quais 1 é um novo caso local e 7 são novos casos importados. Actualmente, 24 doentes com gripe A (H1N1) estão a ser submetidos a tratamento médico, dos quais os doentes do 36º a 41º casos confirmados ainda têm sintomas de febre e gripe, e o estado de saúde dos outros é satisfatório. Para além disso, 1 doente teve alta hospitalar, estando 120 indivíduos em observação médica nos seus próprios domicílios." (2 de Julho de 2009)
quinta-feira, 2 de julho de 2009
34 casos de H1N1
Como já vem sendo hábito, o GCS voltou ontem a fazer a actualização dos dados sobre a gripe A H1N1. São já 34 os casos confirmados no território.
Entre polémicas das declaraões que os funcionários públicos têm que preencher, ou os medidores de temperatura usados nos departmentos governamentais, a única certeza é que o número de infectados aumenta de dia para dia.
"Até à presente data, são 34 os casos da Gripe A (H1N1), dos quais 3 são novos casos locais e 3 são novos casos importados. Actualmente, 17 doentes com gripe A (H1N1) estão a ser submetidos a tratamento médico e o seu estado de saúde é satisfatório. Para além disso, 4 doentes tiveram alta hospitalar, estando 108 indivíduos em observação médica nos seus próprios domicílios.
No período entre 30 de Junho e o meio-dia de 1 de Julho, 3 alunos que tiveram contacto próximo com o 26º. caso confirmado, meninos que frequentam a turma A do 5º. ano do ensino primário da Escola Choi Kou, foram confirmados portadores da gripe A (H1N1)." (1 de Julho de 2009)
Entre polémicas das declaraões que os funcionários públicos têm que preencher, ou os medidores de temperatura usados nos departmentos governamentais, a única certeza é que o número de infectados aumenta de dia para dia.
"Até à presente data, são 34 os casos da Gripe A (H1N1), dos quais 3 são novos casos locais e 3 são novos casos importados. Actualmente, 17 doentes com gripe A (H1N1) estão a ser submetidos a tratamento médico e o seu estado de saúde é satisfatório. Para além disso, 4 doentes tiveram alta hospitalar, estando 108 indivíduos em observação médica nos seus próprios domicílios.
No período entre 30 de Junho e o meio-dia de 1 de Julho, 3 alunos que tiveram contacto próximo com o 26º. caso confirmado, meninos que frequentam a turma A do 5º. ano do ensino primário da Escola Choi Kou, foram confirmados portadores da gripe A (H1N1)." (1 de Julho de 2009)
Esquecimento?
Conveniente não será?...
Assim que estiver disponível online disponibilizá-lo-ei aqui para que todos o possam ler e tirar as próprias ilações.
Afinal, publicidade e jornalismo em Macau andaram sempre, convenientemente, de mãos dadas.
Eu gosto destas particularidades de Macau…
quarta-feira, 1 de julho de 2009
28 casos em Macau
A contagem dos casos de H1N1 já vai nos 28 casos, como anunciava ontem o GCS numa nota de imprensa. “O nível de alerta de pandemia foi elevado para 6 pela Organização Mundial de Saúde, sendo a sua gravidade moderada. Actualmente, o nível de alerta de Macau é 6 (cor azul), sendo o risco de transmissão moderado. Até à presente data, são 28 os casos da Gripe A (H1N1), havendo 7 novos casos locais e 1 caso importado.”
Eu continuo a acreditar que muito ainda há para ver. Esperar pelas férias escolares…
Eu continuo a acreditar que muito ainda há para ver. Esperar pelas férias escolares…
IAS diz-se atento
terça-feira, 30 de junho de 2009
De novo o "storm surge"
Nem o subdirector Viseu, nem o director Kun, ambos bem falantes de português, se lembraram de denominar o dito aviso com nome em português! Maré ciclónica, maré de tempestade ou ressaca… é difícil dizer que não existe termo adequado!
O dito sistema vem agora tentar evitar que repitam episódios como os das inundações quando passou o tufão Hagupit pelo território.
Fica a nota integral do GCS.
A gripe chega à creche
Segue o novo despacho do Gabinete de Comunicação Social onde se fala das creches. “Algumas crianças da Creche da Associação Geral das Mulheres de Macau sita na Rua do Campo foram diagnosticadas em definitivo como casos da gripe A (H1N1), ocorrendo, deste modo, uma infecção colectiva local. Os Serviços de Saúde solicitaram à creche em causa a suspensão imediata das aulas e a desinfecção no interior desta instituição, estando a proceder ao acompanhamento dos contactos próximos. Na conferência de imprensa a ter lugar no Centro de Coordenação da Gripe, hoje (dia 30), pelas 16:40, serão dados detalhes sobre a situação.”
A validade da água
De acordo com o U.S. Food and Drug Administration nunca foi estabelecido um período de validade para a água desde que esta fosse produzida de acordo com as regras de higiene e engarrafamento estabelecidas. Alguns anos mais tarde a Lei foi alterada e a água deixou de ter obrigatoriedade de período de validade, no entanto, como a regra estava já de tal forma enraizada na indústria, ainda hoje se mantém, sendo todas as garrafas de água embaladas com uma validade de dois anos.
Isto não quer dizer que se consumirmos água com mais de dois anos iremos ter problemas de Saúde, nem, por outro lado, quer dizer que água com mais de dois anos tem melhores qualidades do que águas mais “novas”.
O único inconveniente de beber água engarrafada há muito tempo prende-se com o plástico utilizado nas garrafas. O mesmo é feito de polyethylene poroso, o que faz com que a água possa absorver odores do exterior onde está armazenada com o passar do tempo. Já com garrafas de água de vidro o problema não se põe.
O estudante infectado tinha frequentado a escola
O Gabinete de Comunicação Social anunciava ontem que “Face às informações divulgadas de que o aluno do jardim de infância, confirmado como caso da nova gripe, não tinha ido à escola, o Director da Direcção dos Serviços de Educação e Juventude, Dr. Sou Chio Fai, na conferência de imprensa do Centro da Coordenação da Gripe realizada ontem, aclarou a questão. De facto, o aluno da classe pré-primária do infantário do Colégio Perpétuo Socorro Chan Sui Ki regressou no dia 25 das Filipinas, e foi à escola no dia 26, pela parte da manhã, para o ensaio da cerimónia de graduação, não tendo participado no dia seguinte nesta cerimónia.”
Esta informação vem levantar dúvidas acerca da efectividade do sistema de controlo e das medidas aplicadas em Macau. Assim como levanta reticências à não existência de mais casos no seio da comunidade escolar, em contraste com o que acontece em Hong Kong. Aliás, a situação nas escolas da região vizinha foi tal que as autoridades não hesitaram em fechar as instituições onde se detectaram casos suspeitos.
Em Macau, vamos esperar para ver…
Esta informação vem levantar dúvidas acerca da efectividade do sistema de controlo e das medidas aplicadas em Macau. Assim como levanta reticências à não existência de mais casos no seio da comunidade escolar, em contraste com o que acontece em Hong Kong. Aliás, a situação nas escolas da região vizinha foi tal que as autoridades não hesitaram em fechar as instituições onde se detectaram casos suspeitos.
Em Macau, vamos esperar para ver…
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Gripe em Hong Kong, wi-fi em Macau
Com toda a promoção e alguma paranóia que se vê em muitos serviços públicos, não se entende que os principais responsáveis pelo controle da epidemia actuem desta forma!
Aqui ao lado, em Hong Kong, onde já existem casos confirmados há vários dias, o nível seis está em vigor há já algum tempo. Mas, por incrível que pareça, as pessoas não parecem muito preocupadas. Apesar de na Comunicação Social «pintarem» a situação como de caos total e fazerem parecer que as pessoas andam todas paranóicas com a situação, a realidade é que na antiga colónia britânica os habitantes parecem bem mais descontraídos do que em Macau, quando se fala da gripe A!
Recentemente, num fim-de-semana, estive em Hong Kong e, pelo que pude presenciar em vários locais turísticos e não turísticos aonde me desloquei, além das normais preocupações com aspectos de higiene pessoal e ambiental, pouco mais se vê. À entrada é medida a temperatura e recolhida a declaração de saúde, mas pouco mais. Aliás, ao contrário de Macau onde a declaração é recolhida por um segurança, em Hong Kong a mesma declaração é entregue ao polícia que inspecciona o passaporte. Um sistema mais eficiente, em minha opinião, e que poupa em recursos humanos e, obviamente, também ao erário público.
Já na cidade, pouco se vê que nos dê a perceber estar activado o nível mais alto de alerta da Organização Mundial de Saúde.
Posso relatar que no hotel onde fiquei as preocupações eram mais acentuadas, visto ser um local onde pessoas vindas de vários destinos se encontravam. Era possível ver um maior cuidado com a limpeza ambiental: os botões dos elevadores estavam protegidos com uma película de plástico para mais fácil limpeza; em todos os andares havia distribuidores de álcool para desinfectar as mãos. Mas as preocupações acabavam por aqui.
Em Macau, além das engraçadas mensagens dos Serviços de Saúde, temos um sentimento de paranóia em tudo quanto é repartição pública. Medidores de temperatura em tudo quanto é lado, máscaras, avisos, e seguranças que parecem tão guardiães da verdade suprema, que estão sempre prontos para nos insultar e levantar a voz quando não nos submetemos à medição da temperatura. Mesmo que seja a décima vez, no mesmo dia, no mesmo local. Seguem as ordens à risca. Quem entra, seja pela primeira vez ou pela enésima, tem de ser medido!
Todos compreendemos que se deve ter cuidado e que a situação é grave, mas medidas e comportamentos destes apenas servem para irritar a população e espalhar ainda mais o receio de contágio.
Chega o wi-fi mas…
O Governo anunciou há dias que vai gastar milhões para disponibilizar acesso à internet sem fios em 34 locais do território.
Agrada-me a ideia de termos acesso à internet em todo o lado. Se olharmos aqui à volta, tal possibilidade de acesso sem fios existe já em vários países e territórios, com Hong Kong e Tailândia a liderar o pelotão. Aliás, na Tailândia, qualquer pessoa pode fazer o registo à chegada ao país para ter acesso gratuito, bastando para tal aceder à página do Governo e registar-se com o número de passaporte.
Na Europa, a liderança cabe à Estónia, onde na quase totalidade do país é possível o acesso gratuito sem fios à internet.
Em Macau, apesar de ser de louvar o investimento, alertamos para a necessidade de outras infra-estruturas paralelas. Com efeito, de nada vale ter acesso à internet no Largo do Senado, no Tap Seac ou na Praia de Hác Sá, se não houver locais onde nos possamos sentar à sombra, ou abrigados da chuva. De nada valerá, se para navegarmos na internet tivermos de nos sentar num bar, café ou restaurante e pagar para tal.
A internet sem fios agora anunciada é paga com impostos dos contribuintes e é para eles que tal serviço é criado. Pelo que será um contra-senso obrigar a um pagamento suplementar para usar algo que, afinal, já é pago por todos nós…
Por outro lado, a internet sem fios poderia muito bem ser o motivo para, de uma vez por todas, reorganizar o Largo do Senado. É já altura de devolver esta praça à população e a quem nos visita, deixando de ser sala-de-estar de pessoas que não têm nada para fazer e que ali passam os dias a comer, fumar e a deixar tudo quanto é lixo.
Um cheirinho do meu artigo
Na próxima sexta-feira n’O Clarim vai ler-se um texto onde se aborda um evento cultural de Macau. Uma festa que, de ano para ano, tem vindo a ocupar cada vez mais um lugar de relevo no panorama cultural do território. A sua envergadura é tanta que o local onde se realiza está a tornar-se exíguo, havendo necessidade de encontrar uma solução que seja, ao mesmo tempo, digna e apropriada. “A Doca dos Pescadores, espaço nobre e que tem todas as condições para acolher eventos de grande envergadura, seria uma óptima opção. Claro que, sendo este um espaço privado, é necessário proceder a negociação com quem o administra.”
Mais um caso local
Ontem, no Domingo 28 de Junho, foi anunciado mais um caso de contágio local, de um residente local funcionário do Casino Venetian. “O nível de alerta de pandemia foi aumentado para 6 pela Organização Mundial de Saúde, sendo a sua gravidade moderada. Actualmente, o nível de alerta de Macau é 6 (cor azul), sendo o risco de transmissão moderado. Até ao presente momento, são 18 casos acumulados de gripe A (H1N1), 12 doentes encontram-se sujeitos a tratamento. O quarto doente e o oitavo doente apresentam ainda sintomas de febre, o sexto doente aparece com sintomas de gripe, enquanto os restantes se encontram de estado satisfatório. Além disso, 4 pessoas estão a ser submetidas a observação médica nos locais indicados pelos Serviços de Saúde, sendo 14 pessoas submetidas a observação médica nos seus próprios domicílios.” (28 de Junho de 2009)
Mais um caso importado
No Sábado eram anunciado mais um caso importado de H1N1. Um caso que está estável, segundo o GCS. “O nível de alerta de pandemia foi aumentado para 6 pela Organização Mundial de Saúde, sendo a sua gravidade moderada. Actualmente, o nível de alerta de Macau é 6 (cor azul), sendo o risco de transmissão moderado. No dia 27, verificou-se mais um caso importado de Gripe A (H1N1) e o doente está a ser sujeito a tratamento no isolamento, encontrando-se actualmente o seu estado clínico estável.”
H1N1 em Macau
No dia 26 de Junho de 2009 o Gabinete de Comunicação Social publicava o seguinte: “O nível de alerta de pandemia foi aumentado para 6 pela Organização Mundial de Saúde, sendo a sua gravidade moderada. No dia 26 do corrente mês, 1 residente de Macau, que foi confirmado estar contagiado pelo vírus da Gripe A (H1N1) em 20 de Junho e que foi sujeito a tratamento, recuperou e teve alta hospitalar, depois de submetido ao teste repetido, com resultado negativo.”
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